sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Leo Tolstoy

 **Leo Tolstoy: The Man Behind the Words**

This is not a beggar or a homeless wanderer—this is **Leo Tolstoy**, one of the greatest novelists and philosophers in history. Best known for his masterpieces *War and Peace* and *Anna Karenina*, Tolstoy was a key figure in the realist movement and remains one of the most influential authors of all time.
Born on **September 9, 1828**, in Russia, Tolstoy lived a privileged life but later renounced his wealth. He embraced simplicity, giving up his material possessions to help the poor and homeless. His actions reflected his deep commitment to moral and ethical principles, themes that resonate throughout his works.
Tolstoy's legacy extends beyond literature. His philosophy of **nonviolent resistance** and **simple living** influenced leaders such as **Mahatma Gandhi** and **Martin Luther King Jr.** His words continue to inspire:
- *“Don’t tell me about your religion; let me see it in your actions.”*
- *“If you feel pain, you are alive. But if you feel the pain of others, you are human.”*
For those looking to explore his genius, *The Greatest Short Stories of Leo Tolstoy* is a great place to start. His works remain timeless, offering profound insights into the human condition.

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Meu livro Meu amigo!

 


O livro por encontrar

Como é que escolhemos os amigos? Pegamos numa pessoa qualquer e fica ela a nossa amiga, por não termos mais nenhuma e porque entretanto pode aparecer outra melhor? Mas é assim que a maioria das pessoas escolhe os livros, para depois espantar-se e lamuriar-se de que não passou da página 37.

Os livros têm de ser escolhidos como escolhemos os amigos. Precisam de gostar, mais ou menos, das mesmas coisas — ou de coisas muito diferentes. Precisam de crescer connosco. Precisam de falar connosco. Precisam de nos ouvir. Precisam de corresponder ao que esperamos deles.

Se eu, que tantos livros leio, entro em luto quando esgoto um autor e levo dias a saltar de livro em livro à procura de um que me cative, como fará quem não é viciado na leitura? Como fará quem não gosta de não gostar de ler?

Um livro é uma coisa íntima. Há livros para toda a gente, e para todos os gostos, mas estão escondidos. É preciso procurá-los. São como os amigos. Não são como os filmes, que são feitos para as multidões.

Há livros que são só para duas ou três pessoas — mas, para essas duas ou três pessoas, muito bons. E feitos de propósito. Como aqueles amigos inexplicáveis de quem mais ninguém gosta.

Procurar um livro para ler é importante porque as más escolhas inibem as leituras futuras. Há milhões de leitores perdidos que se deixaram convencer de que os livros são todos um bocadinho chatos (o que é só um bocadinho verdade) e que ler é uma chatice.

Vale a pena procurar muito porque só através de um livro compatível — envolvente, guloso, impressionante, difícil de largar — é que se compreende que a leitura é o melhor investimento de tempo e atenção que se pode fazer, ao ponto de se poder considerar um roubo, pelo pouco que nos custa e pelo muito que nos traz.

Deve-se perguntar a toda a gente que se conhece: “Que livro é que achas que me vai interessar?”

O importante é o leitor, não o livro.

O livro já está feito — já está morto —, mas o leitor ainda está por fazer.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

As coisas simples!

 “ O essencial é invisível aos olhos”

… Esta frase de O Pequeno Príncipe nos lembra que a coisa mais importante na vida não é o que podemos ver ou tocar, mas aquilo que sentimos e vivemos no mais profundo. Muitas vezes nos deixamos levar pelas aparências, pelo material ou pelo que os outros consideram valioso, quando na verdade, o que é verdadeiramente importante está no amor, na amizade, nos momentos compartilhados e nos sentimentos genuínos.
É um chamado para olhar com o coração, para valorizar o que realmente importa e não esquecer que, como crianças, um dia soubemos ver a magia no simples.
(O pequeno príncipe)
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Pessoas com um P grande!

 “Há pessoas assim. Conheço algumas. Pessoas-árvore. Pessoas com corações frondosos e ramos fortes. Pessoas que dão sombra quando a dor queima e que nos deixam fazer ninho no seu carinho. Pessoas que respeitam as suas raízes e a sua terra. Pessoas que não renunciam à sua verticalidade. Árvores até ao fim, porque ser árvore é o seu princípio. Pessoas que dão flor. Fruto. Oxigénio. Pessoas que são o respirarmos fundo e voltarmos à tona. Pessoas que são uma lufada de ar fresco. São maravilhosas as pessoas-árvore. Não se arvoram em floresta ou bosque. São naturais e humildes. Nelas entroncam os valores da simplicidade e da autenticidade. Sabem que a luz do sol dá para todos e que ninguém pode roubar a ninguém a sua natureza.”

Elisabete Bárbara
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