terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Timor-Leste - o português é uma das línguas oficiais.

 Timor-Leste é o único país soberano na Ásia onde o português é uma das línguas oficiais.

Além de Timor-Leste, o português também é uma língua co-oficial em Macau, uma região administrativa especial da China. No entanto, Macau não é um país soberano, mas sim um território.
Em Timor-Leste, o português partilha o estatuto de língua oficial com o tétum, uma língua nacional local que possui muitas palavras derivadas do português. O inglês e o indonésio são consideradas línguas de trabalho no país.



segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Metformin

 After over 60 years of helping millions manage diabetes, metformin has revealed a surprising new effect—on the brain. Researchers have discovered that this common drug, long used to control blood sugar, may also influence cognitive function and protect against age-related neurological decline.

The study suggests that metformin affects key pathways in the brain related to memory, learning, and neuroprotection. While primarily a diabetes treatment, these findings indicate that metformin could potentially support brain health and slow cognitive aging in certain populations.
Scientists are now investigating how the drug interacts with neurons and whether it could one day be repurposed to prevent or treat neurodegenerative diseases. This unexpected discovery highlights how even decades-old medications can hold untapped potential beyond their original use.
While more research is needed before metformin can be widely recommended for brain health, the findings open exciting possibilities for the future of neuroscience and preventative medicine. This could be a game-changer in our understanding of how common drugs impact the brain.



A inteligência artificial (IA) será a tecnologia definidora do século XXI

A inteligência artificial (IA) será a tecnologia definidora do século XXI. Dentro de duas décadas, vários aspetos da vida humana diária serão provavelmente irreconhecíveis. A IA gerará riqueza sem precedentes, revolucionará a medicina e a educação através da simbiose humano-máquina e criará novas formas de comunicação e entretenimento.
Mas, ao libertar-nos de muito do trabalho rotineiro, a IA irá desafiar os princípios organizacionais da nossa ordem económica e social. Trará, além disso, novos riscos sob a forma de armas autónomas e de tecnologia inteligente herdeira do preconceito humano.
Neste trabalho provocador e original, Kai-Fu Lee, ex-presidente da Google China e autor do livro As Superpotências da Inteligência Artificial, junta-se ao romancista Chen Qiufan para imaginar o nosso mundo em 2041, através de dez histórias curtas e envolventes.
«Uma viagem imersiva pelo futuro da humanidade. Extremamente revelador.» [Mark Cuban]
«Uma visão inestimável do nosso futuro.» [Ray Dalio]
«Dizer que este livro é esclarecedor e valioso é subestimá-lo.» [John Kao, Forbes]

Inteligência Artificial 2041 — Dez Visões para o Nosso Futuro, de Kai-Fu Lee e Chen Qiufan  

Relógio d'Água

Transformar a infraestrutura ferroviária numa grande plataforma de geração de energia solar

 A empresa suíça Sun-Ways apresentou um projeto inovador que busca transformar a infraestrutura ferroviária numa grande plataforma de geração de energia solar. A proposta consiste na instalação de módulos fotovoltaicos entre os trilhos, aproveitando uma área que normalmente permanece inativa. Esses painéis são projetados para suportar o peso e a vibração do tráfego ferroviário, além de permitir remoção rápida sempre que houver necessidade de manutenção na linha. O primeiro teste oficial da tecnologia será realizado em um trecho de aproximadamente cem metros no cantão de Neuchâtel, onde os engenheiros poderão avaliar o comportamento dos módulos em operação real.

De acordo com a empresa, o potencial de geração é significativo. A Suíça possui cerca de 5.320 quilômetros de ferrovia, e mesmo desconsiderando túneis e regiões com baixa incidência de luz solar, a Sun-Ways estima que o sistema poderia produzir até 1 bilhão de kWh por ano caso fosse instalado em larga escala. Essa quantidade de energia seria suficiente para abastecer cerca de 300.000 residências, o que tornaria o projeto uma das maiores iniciativas de integração entre transporte e geração limpa no país. A ideia desperta interesse justamente por unir sustentabilidade, inovação e uso inteligente de espaços já existentes.
No entanto, o conceito também enfrenta desafios técnicos importantes. Será necessário garantir que os módulos resistam à vibração contínua dos trens, ao acúmulo de sujeira e às variações climáticas, sem comprometer a segurança da via. Também é preciso assegurar a integração eficiente da energia produzida com a rede elétrica de tração ou distribuição. A vantagem do sistema removível aparece como um ponto-chave, permitindo intervenções na linha sem causar interrupções prolongadas. A fase piloto será crucial para medir a durabilidade, eficiência e viabilidade econômica do projeto, servindo como base para decisões sobre futuras expansões em território suíço ou em outros países interessados na tecnologia.


domingo, 30 de novembro de 2025

On this day in 1980, Pink Floyd released The Wall.

 On this day in 1980, Pink Floyd released The Wall.

Widely regarded as Roger Waters’ masterwork, a view reinforced by the later big-screen version, The Wall wraps up all the Floyd’s prevailing themes and presents them storybook style. From the cruelties of war and childhood to alienation, manipulation and the chasm between band and audience, it’s all here in one big Gerald Scarfe-designed metaphor. With Waters calling the shots, and Rick Wright falling through the band’s internal cracks, it’s Gilmour who delivers the most Floydian cut, Comfortably Numb. But with a Number 1 single – Another Brick In The Wall, Part 2 – and producer Bob Ezrin supervising the orchestrations, this radical departure won a new generation of admirers.



A BANALIDADE segundo Helena Sacadura Cabral

 A BANALIDADE

A banalidade infiltra-se silenciosamente no quotidiano, como um véu tão fino que quase não percebemos sua presença. Ela ocupa os intervalos entre grandes acontecimentos, preenche a rotina com gestos automáticos e palavras repetidas. À primeira vista, parece desprovida de valor — o contrário do extraordinário, do memorável, do urgente. Mas é justamente nela que se escondem, muitas vezes, os contornos mais autênticos da vida.
É na banalidade que descobrimos quem somos, quando não estamos tentando ser nada especial. Nos rituais mínimos — preparar um café, observar a rua pela janela, procurar uma chave perdida — revelam-se formas de sensibilidade, paciência, inquietação ou alegria que, raramente, aparecem em momentos grandiosos. A repetição pode cansar, mas também pode confortar, porque oferece um chão, um ritmo, uma espécie de continuidade que nos protege do caos.
Ao mesmo tempo, a banalidade pode funcionar como anestesia. Quando tudo se torna igual, o olhar se embacia. O que antes era vivo e pulsante se transforma em paisagem estática. É por isso que a banalidade exige atenção. Não para ser evitada, mas para ser percebida. Quando a olhamos de verdade, ela deixa de ser mera repetição e transforma-se em matéria poética — uma chance de redescobrir o mundo no que ele tem de mais simples.
Assim, a banalidade não é inimiga do sentido. Ela é o território onde o sentido pode nascer sem alarde, devagar, quase tímido. Entre o extraordinário e o vazio, há esse espaço discreto que sustenta os nossos dias. Olhar para ele é, de certa forma, olhar para nós mesmos.

Helena Sacadura Cabral

Long COVID symptoms

 Scientists have identified specific proteins in the blood that help explain why some people experience long COVID while others recover quickly. This breakthrough offers a vital clue into the underlying mechanisms of prolonged symptoms, from fatigue and brain fog to respiratory issues.

By analysing these proteins, researchers can now pinpoint which biological pathways contribute to lingering effects, paving the way for targeted treatments. This could be life-changing for millions still struggling with persistent symptoms months after infection.
The discovery marks a major step forward in understanding post-viral syndromes and personalising care for patients. With further research, therapies could be developed to reduce or prevent long COVID symptoms, improving recovery and quality of life for those affected.
This finding highlights how precision medicine is transforming the fight against complex diseases, turning decades of uncertainty into actionable insights.



De Portugal até Singapura

 A viagem de comboio mais longa do mundo vai de Portugal até Singapura e dura 21 dias, percorrendo quase 19.000 km…

Imagina atravessar 13 países: saindo da Europa tranquila, passando pela imensidão da Rússia e pelo vibrante sudeste asiático… tudo numa única aventura ferroviária que parece não ter fim.
Graças à nova conexão entre China e Laos, esse trajeto incrível se tornou possível em 2021. Não existe um bilhete único mágico: você precisa conectar dezenas de comboios e enfrentar fronteiras, idiomas e horários diferentes, mas a experiência promete ser inesquecível.




Happy birthday, Mark Twain.

 Happy birthday, Mark Twain.

When Mark Twain married Olivia Langdon, he told a friend, “If I had known how happy married life could be, I would have wed 30 years ago instead of wasting time growing teeth.” He was 32. Twain—born Samuel Clemens—grew up in a modest family, working from a young age. He started as a printer’s apprentice, became a riverboat pilot, tried his luck at silver mining (and failed spectacularly), before finally finding his true calling as a writer. His sharp wit and storytelling brilliance made him famous across America.
It was around this time that he fell in love—not with Olivia at first, but with her portrait. A friend showed Twain a locket with her image and later invited him to meet her in person. Within two weeks, Twain proposed. Olivia liked him, but she was hesitant. He was ten years older, rough around the edges, lacked the refinement of her wealthy, cultured circle, and had not a penny to his name. She admired his talent but turned him down. Twain, ever persistent, proposed again. Another refusal—this time, she cited his lack of religious devotion. He responded with his signature humor and sincerity: “If that’s what it takes, I’ll become a good Christian.” Despite her refusals, Olivia was already in love with him. But Twain, convinced he had no chance, left.
On his way to the train station, his carriage overturned. Seizing the moment, Twain played up his injuries and was brought back to Olivia’s home. As she cared for him, he made one final proposal. This time, she said yes.
Twain made every effort to please his deeply religious wife. He read the Bible to her every evening and said grace before meals. Knowing she disapproved of some of his stories, he never submitted them for publication, accumulating over 15,000 unpublished pages. Olivia became his first editor and toughest critic—so much so that when she came across the phrase “Damn it!” in *Huckleberry Finn*, she made him remove it. Their daughter, Susy, once summed them up perfectly: “Mama loves morality. Papa loves cats.”
Twain adored Olivia. He once wrote, “If she told me wearing socks was immoral, I would stop wearing them immediately.” She called him her “gray-haired boy” and watched over him like a child. He, in turn, credited her with preserving his energy, optimism, and youthful spirit. Olivia, for her part, loved his humor. One day, Twain was laughing so loudly that she asked what book had amused him so much. Still chuckling, he handed it to her. She glanced at the cover—it was one of his own books.
Their life together was not without heartbreak. They lost children. Twain went bankrupt. But while his indomitable optimism kept him afloat, Olivia’s unshakable faith gave her strength. They never turned against each other—Twain never once raised his voice at Olivia, and she never once scolded him. Twain was fiercely protective of her. When a close friend made a joke at Olivia’s expense, Twain nearly ended their friendship over it. And when Twain set off on a round-the-world tour at sixty, Olivia—knowing he needed constant care—left everything behind to accompany him.



Fêmeas de polvo

  Fêmeas de polvo foram registradas arremessando conchas, sedimentos e algas em machos insistentes em um estudo liderado por Peter Godfrey-Smith, da University of Sydney.

A pesquisa, publicada em 2022 na revista PLOS ONE e baseada em filmagens feitas entre 2015 e 2016 na região de Jervis Bay, documentou 102 arremessos, sendo 66% realizados por fêmeas, muitas vezes durante tentativas de acasalamento.



The iconic doll Barbie was created in 1959

 The iconic doll Barbie was created in 1959 by Ruth Handler, who named the figure after her own daughter, Barbara. Barbie offered girls something entirely new at the time: a grown-up figure that encouraged them to imagine and project their future selves into various careers and roles.

Meanwhile, Ruth's husband, Elliot Handler, was simultaneously working on another revolutionary toy line. He invented the globally recognized Hot Wheels brand of die-cast cars and launched it in May 1968, fundamentally changing how children and collectors around the world played with miniature vehicles.
Together, the Handler couple profoundly shaped childhoods across the globe in two very different ways. Barbie opened up ambitious, imaginative role-play for girls, while Hot Wheels delivered speed, style, and high collectibility that appealed widely to children of all genders.



Gina Lollobrigida

 Sabia dessa? Antes de ser chamada de “a mulher mais bonita do mundo”, Gina Lollobrigida chegou a recusar convites de Hollywood — inclusive de Howard Hughes, o magnata do cinema que tentou contratá-la com exclusividade nos anos 50.

💃🇮🇹
A italiana preferiu construir sua carreira na Europa, estrelando clássicos como Pane, Amore e Fantasia (1953), que a transformou em símbolo do “neo-realismo encantado” — um cinema que unia humor, sensualidade e humanidade.
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Na foto de 1952, ela surge radiante durante um evento britânico, montada em uma Vespa, o ícone da liberdade italiana do pós-guerra. Um retrato perfeito da mulher que uniu elegância, carisma e independência — muito além da tela



William Shakespeare married Anne Hathaway

 Today in History (27 November 1582): William Shakespeare married Anne Hathaway. Pictured is a marble statue of Shakespeare in Leicester Square, created by Giovanni Fontana in 1874. The statue features Shakespeare leaning on a pile of books and is inspired by the original monument in Poets' Corner, Westminster Abbey.

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RIO RENO

 RIO RENO

O Rio Reno é um dos rios mais importantes e navegáveis da Europa Ocidental. Com cerca de 1.230 km de extensão, nasce nos Alpes Suíços, no cantão dos Grisões, a partir dos rios Vorderrhein e Hinterrhein. Flui em direção ao norte até desaguar no Mar do Norte, atravessando os Países Baixos e formando um extenso delta.
🌍
Países por onde passa:
🇨🇭
Suíça
🇱🇮
Liechtenstein
🇦🇹
Áustria (faz fronteira por um curto trecho)
🇩🇪
Alemanha
🇫🇷
França (marca a fronteira em vários pontos)
🇳🇱
Países Baixos
🤓
Curiosidades:
🚢
Eixo da navegação europeia: O Reno é vital para o transporte comercial na Europa e faz parte de uma das redes de hidrovias mais movimentadas do mundo.
🌉
Ligação com o Danúbio: É conectado ao Rio Danúbio por meio do Canal Reno-Meno-Danúbio, permitindo uma rota fluvial entre o Mar do Norte e o Mar Negro.
🌲
Fonte de lendas: O Reno inspirou a mitologia germânica e obras como O Anel do Nibelungo, de Richard Wagner.
🏭
Zona industrial estratégica: Margens do rio abrigam áreas altamente industrializadas, como a região do Ruhr, na Alemanha.
🏞️
Vinhedos e castelos: O Vale do Alto Reno Médio, na Alemanha, é Património Mundial da UNESCO e é famoso por seus castelos medievais e vinhedos pitorescos.
🐟
Ecossistema em recuperação: Nas últimas décadas, o Reno tem passado por importantes ações de despoluição e conservação, com destaque para a recuperação de sua biodiversidade.
🧭
Apesar de ser mais curto que o Danúbio, o Reno é mais volumoso em diversos trechos e desempenha um papel central na história, cultura e economia da Europa.



sábado, 29 de novembro de 2025

Uma viagem borealis!

 A novidade que está chamando atenção no Ártico vem direto da Noruega, que acaba de lançar o primeiro comboio noturno panorâmico do mundo criado especialmente para quem sonha em ver a aurora boreal. Os vagões têm teto e paredes de vidro, deixando o céu completamente aberto aos passageiros, além de assentos reclináveis voltados para cima e uma iluminação mínima que preserva a visão.

Para tornar a experiência ainda mais especial, o percurso acontece no período em que a atividade geomagnética atinge o auge, garantindo um espetáculo natural raro. A estatal Vy é a responsável por essa iniciativa que busca colocar o país no topo do turismo de auroras, apostando no uso de energia renovável para reduzir o impacto ambiental.
E enquanto o comboio avança pelas paisagens congeladas, os viajantes ainda recebem informações científicas em tempo real sobre a atividade solar e as condições do céu. Tudo graças a sensores e conexão via satélite, que transformam o passeio em uma jornada totalmente imersiva e educativa.