sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Os Lynyrd Skynyrd e a sua trágica sina!

 Em 20 de outubro de 1977, o mundo da música perdeu parte de sua essência quando o avião que transportava membros dos Lynyrd Skynyrd caiu em uma área de floresta no Mississippi. A aeronave, um Convair CV-240, sofreu pane por falta de combustível durante o trajeto entre Greenville (Carolina do Sul) e Baton Rouge (Louisiana), transformando o que deveria ser apenas mais uma parada da turné em uma tragédia irreparável.

No acidente, perderam a vida o vocalista Ronnie Van Zant, o guitarrista Steve Gaines, a backing vocal Cassie Gaines, além do assistente de turné Dean Kilpatrick e dos dois pilotos, Walter McCreary e William Gray. Outros membros da banda e equipe sobreviveram, mas ficaram gravemente feridos. A fatalidade ocorreu apenas três dias após o lançamento do álbum Street Survivors, que, ironicamente, estampava na capa a banda cercada por chamas, imagem que foi posteriormente alterada por respeito às vítimas.
Os Lynyrd Skynyrd, já consagrados por hinos como Sweet Home Alabama e Free Bird, representavam o auge do Southern rock na década de 1970. A perda não significou apenas o fim da formação original, mas também o colapso de uma força criativa que ajudava a definir o género. Apesar de a banda ter retornado anos depois com formações diferentes, o acidente permanece como um dos episódios mais marcantes da história do rock, lembrado não apenas pela tragédia, mas pelo legado musical que continua a inspirar gerações.


Comportamentos a ter ao avistar um lobo-marinho no mar ou na praia

Com a chegada do Verão e a afluência às praias, vimos relembrar e alertar a população madeirense e turistas que nos visitam, sobre os comportamentos a ter ao avistar um lobo-marinho no mar ou na praia.

Se estiver a nadar e um lobo-marinho aparecer, dirija-se calmamente para terra, evitando qualquer interação.
Se estiver na praia e/ou pronto a iniciar uma atividade náutica (SUP, caiaque, snorkeling, etc.), não entre no mar, caso se observe a presença de um lobo-marinho na zona.
Se estiver a praticar atividades náuticas (SUP, caiaque, Wind-surf, Wing-foil, mergulho, etc.), não perseguir ou aproximar-se do lobo-marinho. Nos casos em que seja o lobo-marinho a se aproximar, o praticante deve seguir o seu percurso e não parar. Caso o animal insista em segui-lo, o praticante deverá sair calmamente do mar.
Evite fazer ruídos e não permita que animais domésticos se aproximem de um lobo-marinho.
É crucial limitar as interações entre as atividades humanas e os lobos-marinhos, para salvaguardar a segurança da espécie e das pessoas.
Colabore na conservação dos lobos-marinhos no arquipélago da Madeira e partilhe estas informações.
Desfrute do privilégio que é, ter um avistamento da foca mais rara do mundo, mas faça-o em segurança.
Reporte o avistamento ao IFCN, através do site (https://www.lobomarinhomadeira.com/) ou através de WhatsApp da Rede SOS Vida Selvagem (+351 961 957 545).



Um eclipse lunar total

 Na noite de 7 de setembro de 2025, o céu será palco de um dos eventos mais fascinantes da década: um eclipse lunar total, a famosa Lua de Sangue. Durante 82 minutos inesquecíveis, a sombra da Terra envolverá por completo a Lua, que se transformará num intenso disco vermelho-cobre, brilhando entre as estrelas. Esse efeito mágico acontece quando a luz do Sol atravessa a atmosfera terrestre, filtrando os tons frios e revelando apenas as cores quentes de milhares de pores e nasceres do sol ao redor do planeta.

O espetáculo poderá ser visto por bilhões de pessoas, com destaque para a Ásia e a Austrália.
Informações rápidas:
• Tipo: Eclipse Lunar Total (Lua de Sangue)
• Data: 7 de setembro de 2025
• Duração da totalidade: cerca de 82 minutos (um dos mais longos dos últimos anos)
• Fase da Lua: Lua Cheia da Colheita, próxima ao perigeu (levemente maior que o normal)
Melhores locais para observação: Ásia, Austrália, partes da Europa e África.



México - 1794

 Assim era o território do México no ano de 1794

🇲🇽
Onde atualmente estão os estados do Texas, Arizona, Novo México e Los Angeles, Califórnia. É surpreendente que outrora o território fosse quase três vezes maior do que conhecemos atualmente, e isso porque não só a parte ocidental dos Estados Unidos, mas também toda a região da América Central pertencia ao antigo império da Nova Espanha, após a Independência, ao Império Mexicano.



Karl Bushby - um herói anónimo!

 A 1 de novembro de 1998, o inglês Karl Bushby saiu de Punta Arenas, no sul do Chile, com um plano maluco: chegar andando até Hull, sua cidade natal na Inglaterra, sem usar carro, autocarro, avião ou qualquer transporte motorizado.

Ele achava que isso levaria uns 12 anos… mas já se passaram quase 30 anos e a aventura ainda não acabou! Até agora, Karl já andou 58 mil quilómetros, passando por mais de 25 países. Ele enfrentou desertos, florestas perigosas, montanhas geladas, guerras, doenças, fronteiras fechadas e muitos outros desafios.
Entre as coisas mais incríveis que ele fez estão:
Caminhar pelo “Darién Gap”, uma floresta muito perigosa entre a Colômbia e o Panamá.
Andar sobre o gelo do Estreito de Bering, em 2006, ligando o Alasca (EUA) à Rússia.
Nadar no Mar Cáspio por 31 dias, com ajuda de um barco, para cruzar do Cazaquistão até o Azerbaijão.
Em 2025, Karl chegou à Europa atravessando o Estreito de Bósforo, na Turquia. Agora ele está na parte final da caminhada: falta “só” chegar até Hull. Se conseguir, será a caminhada mais longa e sem interrupções que alguém já fez na história.



Aljubarrota

 A Freguesia de Aljubarrota, com sede na vila de Aljubarrota, é uma freguesia portuguesa do Município de Alcobaça - A vila conserva a traça de natureza histórico-medieval, com prédios que, não ultrapassando o primeiro andar, são caracterizados pelo uso de cantarias, colunas, janelas de geometria vária e cor branca nas paredes.

Foi nas suas proximidades que se travou uma das mais decisivas batalhas pela independência nacional — a Batalha de Aljubarrota, em 14 de agosto de 1385. Aljubarrota tem sido palco de uma feira medieval, realizada anualmente em agosto, comemorando a Batalha.
Foi vila e sede de concelho até ao início do século XIX. Recuperou o estatuto de vila em 2 de julho de 1993.
Foi em Aljubarrota que, no século XVIII, nasceu Eugénio dos Santos, o arquitecto português responsável pela reconstrução da Baixa Pombalina de Lisboa após o terramoto de 1755.



Nós somos, literalmente, feitos de poeira estelar

 Nós somos, literalmente, feitos de poeira estelar

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Tudo ao seu redor, o ar, a água e até o ser humano, é formado por elementos forjados no espaço.
No início, o Big Bang criou hidrogénio, hélio e um pouco de lítio. Esses átomos formaram as primeiras estrelas, que, em seus núcleos quentes, fundiram elementos leves em mais pesados, como carbono, nitrogénio e oxigénio. Esse processo, a nucleossíntese estelar, produziu os ingredientes para planetas, oceanos e vida.
Cerca de 99% do seu corpo é feito de seis elementos: oxigénio, carbono, hidrogénio, nitrogénio, cálcio e fósforo. O resto vem de potássio, enxofre, sódio, cloro e magnésio, todos vindos de estrelas. Elementos mais pesados que o ferro, como ouro e urânio, só surgem em explosões de supernova, num instante de energia extrema.
Moléculas orgânicas simples, precursoras da vida, também já foram detectadas em meteoritos e nuvens interestelares. Ou seja: além dos elementos, a própria química da vida pode ter começado no espaço.
Quando olhar para o céu, lembre-se: somos feitos do mesmo material das estrelas.



quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Novos estudos sobre a solidão!

 Loneliness is not just an emotional state, it is a biological stressor that can physically reshape your brain. Long-term social isolation has been linked to reduced cognitive abilities, including memory, learning, and decision-making, while also raising the risk of dementia in later life.

Brain imaging studies reveal that isolation can shrink both gray and white matter in key areas like the prefrontal cortex, hippocampus, and amygdala, regions crucial for thinking, emotional regulation, and memory. These structural changes can make it harder to manage emotions and may increase sensitivity to stress, threats, and negative experiences.
The effects extend to mental health as well. Prolonged isolation can activate the brain’s stress response, fueling inflammation and increasing the likelihood of anxiety and depression. Social cognition, the ability to understand facial expressions, empathize, and connect meaningfully with others, can also decline.
While re-engaging socially can help reverse some of these changes, early-life or prolonged isolation may leave lasting damage. Experts stress that regular, meaningful social interaction is not optional — it is essential for preserving brain structure, protecting mental health, and maintaining cognitive vitality throughout life.
Your brain thrives on connection, and every genuine interaction is a form of neural nourishment.



As árvores

 No Japão, as árvores são tratadas com profundo respeito — mesmo quando é necessário construir estradas. Em vez de cortá-las, os engenheiros cuidadosamente as arrancam e as realocam, preservando carvalhos, cerejeiras e árvores de cânfora que têm séculos de existência. Envolvidas e erguidas por guindastes, essas monumentais formas de vida são deslocadas com cuidado, refletindo uma crença cultural de que as árvores guardam memória, espírito e história. Essa prática consciente mostra que desenvolvimento e preservação podem coexistir, incorporando uma filosofia em que o progresso honra o passado.



Educação sexual - Um artigo de Catarina Soares, médica de família

 

Educação sexual: não é de esquerda nem de direita

Porque é que falar de temas como a fisiologia dos sistemas reprodutores, a fisiologia do ciclo menstrual, a gravidez, a sexualidade, a identidade de género, o assédio, o abuso, o consentimento, a pornografia, a pressão social da sexualização ou o uso da sexualidade nos meios digitais continua a gerar polémica? Como é que o conhecimento do próprio corpo se tornou um campo de batalha ideológica?

Devemos realmente atribuir estes temas a uma ideologia política? Ou, por outro lado, trabalhá-los como alicerces de uma sociedade que queremos informada, empática e consciente?

Vejamos por partes.

Falar sobre o funcionamento do próprio corpo aumenta a autoestima, melhora a capacidade de perceção sobre o que pode não estar bem e reduz a ansiedade associada às transformações da puberdade – muitas vezes com consequências graves nesta faixa etária.

Falar sobre a fisiologia da gravidez e o impacto que pode ter no corpo, no comportamento e na vida de um homem e de uma mulher aumenta a literacia reprodutiva e capacita os jovens para o uso seguro e adequado dos métodos contracetivos. Em Portugal, segundo dados do INE, em 2024, nasceram 1548 crianças

Falar sobre a menstruação aos rapazes é capacitá-los para a entreajuda e a empatia com a mulher

de mães adolescentes.

Falar sobre doenças sexualmente transmissíveis é falar de saúde pública. É conhecer os riscos, saber como preveni-los e diminuir o impacto destas doenças tanto nos indicadores de saúde individuais como coletivos.

Falar sobre a menstruação aos rapazes é capacitá-los para a entreajuda e a empatia com a mulher, entendendo e aceitando a fisiologia natural do corpo feminino. Empatia: capacidade em extinção na sociedade atual.

Falar sobre diferenças entre orientação sexual e orientação de género não pode transformar um heterossexual em homossexual nem um homem cis em não cis. Por outro lado, pode, mais uma vez, aumentar a empatia, diminuir o julgamento, a exclusão e a agressão. Esta consciência pode reduzir a ansiedade e a depressão em muitos jovens e, em alguns casos, até contribuir para a diminuição da taxa de suicídio entre os adolescentes.

Falar sobre tudo isto nas escolas, numa partilha estruturada entre alunos e professores, melhora a precisão da informação, contextualiza-a e torna-a mais segura, eliminando mitos ou preconceitos gerados pelos meios digitais.

A transmissão de ferramentas de capacitação e decisão a adolescentes em desenvolvimento por professores capacitados (e aqui talvez seja necessário investir mais no apoio aos docentes como vetores de transmissão destas informações) pode ser a arma mais poderosa contra crimes hediondos, como, por exemplo, o abuso sexual contra menores, que, segundo dados do INE em 2024, rondaram os 1040 crimes registados pelas autoridades (excluindo todos aqueles não denunciados).

Trabalhar com as crianças e os adolescentes a definição e perceção de “espaço pessoal”, “o meu corpo as minhas regras”, assédio, abuso e consentimento não pode, de forma alguma, ser uma guerra entre a esquerda e a direita. Deve ser uma arma desejada pelos pais e educadores contra a violência, a desinformação e o trauma futuro. Mais do que uma bandeira política, a educação sexual é um passo importante na construção de uma sociedade melhor, mais informada, mais consciente e mais forte. Seja ela de esquerda ou de direita.


Médica de família na USF da Baixa (Lisboa)


Dornes

 Este é Dornes, uma pitoresca vila portuguesa situada nas margens do rio Zêzere, no distrito de Santarém. Conhecida como a “mítica terra dos Templários”, guarda a icônica Torre Pentagonal, construída no século XII, atribuída à Ordem do Templo. Cercada por colinas verdes e águas tranquilas, Dornes é um refúgio histórico e natural que encanta visitantes com sua atmosfera medieval e paisagens deslumbrantes.

Localização: Dornes, Ferreira do Zêzere, distrito de Santarém, Portugal.



A Islândia e os mosquitos

 A Islândia é o único país do mundo onde os mosquitos não conseguem sobreviver. O motivo não é apenas o frio intenso, mas as rápidas variações de temperatura, que oscilam entre congelamento e degelo.

Essas mudanças constantes impedem que os ovos se desenvolvam, interrompendo completamente o ciclo de vida dos insetos, mesmo em períodos mais amenos.
É um dos raros lugares do planeta onde a própria natureza consegue controlar pragas sem intervenção humana.



As figuras da fome, Irlanda

As figuras da fome, Irlanda.

As esculturas criadas por Rowan Gillespie e inauguradas em 1997, representam as esculturas da fome em Dublin, conhecidas como "Famine Memorial" ou "The Famine Sculptures", são um conjunto de figuras de bronze que representam a Grande Fome Irlandesa, um período de extrema carestia e sofrimento na década de 1840. Estas esculturas, obra de Rowan Gillespie, procuram lembrar e honrar os milhões de irlandeses que morreram ou emigraram devido à fome. 






A verdadeira caça - Oliver Harden e as bruxas!

 A verdadeira caça

Caça às bruxas? Pobres das bruxas, essas personagens que nunca tiveram sequer a gentileza de existir como nos contos populares. Não voavam em vassouras, não conversavam com gatos falantes e, muito provavelmente, não tinham tempo para pactos com o diabo, estavam ocupadas demais tentando sobreviver a um mundo governado por padres histéricos e juízes com mais superstição que neurônio. Foram fantasmas paridos na mente febril de fanáticos, um passatempo de época para pessoas que não tinham Netflix, mas possuíam muita lenha e pouco escrúpulo.
Só que o ser humano, criativo como é para o mal, nunca desperdiça um bom modelo de perseguição. Hoje não queimamos bruxas, queimamos reputações. A praça pública virou “feed de notícias”, a fogueira medieval virou “trend topic” e o carrasco se esconde atrás de um avatar jurídico ou de uma hashtag engajada. É a mesma coreografia: inventa-se um inimigo, veste-se a fantasia de guardião da moral e parte-se para a caça, porque pensar dá mais trabalho.
E aí, meu caro, chegamos à fauna repugnante dos tempos modernos: criaturas que colocam sua ideologia acima da dignidade e da própria vida humana. São especialistas em transformar qualquer discordância em crime capital, sempre em nome de um “bem maior” que, curiosamente, coincide com o seu próprio umbigo. Não têm problema algum em sacrificar a verdade, ela, afinal, é tão inconveniente, desde que a narrativa continue intacta.
O mais curioso é que esses novos inquisidores não se percebem como tal. Na sua imaginação, são paladinos da virtude, missionários contra o mal, os únicos lúcidos num planeta de cegos. Na prática, são apenas versões atualizadas dos mesmos fanáticos que, séculos atrás, tremiam de medo diante de um eclipse e achavam que o mundo estava infestado de bruxas.
A grande diferença é que, hoje, não precisamos mais de fumaça para sufocar. Bastam pixels, manchetes e um bom algoritmo para queimar alguém vivo. O cheiro é menos desagradável, mas a covardia é exatamente a mesma.
Oliver Harden



Batalha de Aljubarrota

 Há 640 anos, Portugal escrevia uma das páginas mais épicas da sua história: a vitória na Batalha de Aljubarrota, a 14 de agosto de 1385.

👑
Liderados por D. João I e pelo génio militar de Nuno Álvares Pereira, cerca de 6.600 portugueses derrotaram mais de 30.000 castelhanos e aliados franceses no planalto de São Jorge.
🛡️
A estratégia foi decisiva: aproveitando o terreno e formações defensivas inovadoras, o exército português anulou a superioridade numérica do inimigo.
📜
A batalha encerrou a crise dinástica de 1383-1385, consolidando o trono para D. João I e garantindo a independência de Portugal perante Castela. A vitória teve eco em toda a Europa medieval, reforçou a aliança com Inglaterra e abriu caminho à Dinastia de Avis e, mais tarde, à Era dos Descobrimentos.
🇵🇹
Aljubarrota permanece como símbolo da coragem e determinação do povo português em defender a sua liberdade e identidade.



Capela de Nossa Senhora da Graça - festa religiosa 15 de agosto!

𝐂𝐚𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐍𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐆𝐫𝐚𝐜̧𝐚
- 𝐀𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟗𝟕𝟖
🗣 "É na Capela de Nossa Senhora da Graça, datada do séc. XVI, que se celebra uma das maiores festividades da ilha do Porto Santo, a 15 de Agosto, em honra de Nossa Senhora da Graça.
Esta ermida constitui um dos mais antigos templos construídos no Porto Santo, antes de 1533. Foi reconstruída em 1951, mas no seu local inicial, onde hoje conseguimos ver ruínas.

Intimamente ligada à história da ilha, aqui refugiaram-se muitos dos habitantes para escapar à perseguição dos piratas." 




Um atol

 Você Sabia? Um atol é uma ilha ou conjunto de ilhas em forma de anel, geralmente formado por recifes de coral que circundam completamente ou parcialmente uma lagoa central. Eles surgem a partir da evolução de recifes ao redor de ilhas vulcânicas:

1️⃣
Primeiro, o vulcão emerge no oceano e é rodeado por recifes costeiros.
2️⃣
Depois, com o tempo, o vulcão começa a afundar (subsistência) ou se desgastar pela erosão, enquanto o coral continua crescendo para cima.
3️⃣
Por fim, a ilha vulcânica desaparece abaixo do nível do mar, restando apenas o anel de recifes, que delimita a lagoa interna.
Atóis são comuns em oceanos tropicais e subtropicais, especialmente no Pacífico e no Índico, como nas Maldivas ou nas Ilhas Marshall.



quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Parkinson’s disease

 A groundbreaking study from Wuhan University is turning everything we thought we knew about Parkinson’s disease upside down. Researchers now believe the disease may not start in the brain at all, but in the kidneys.

The study found abnormal clusters of alpha-synuclein (α-Syn) proteins, the same ones heavily linked to Parkinson’s, inside the kidneys of affected patients. These proteins are known to trigger neurological damage when they build up in the brain. However, in animal experiments, healthy kidneys successfully cleared these proteins. When kidney function was impaired, the α-Syn proteins began to travel to the brain, setting the stage for Parkinson’s.
Shockingly, even people with chronic kidney disease but no neurological symptoms were found to have α-Syn buildup. This discovery suggests the kidneys might act as an early “reservoir” for toxic proteins, which could later spread through the bloodstream or nerves and affect the brain.
Though early and based on limited data, this research could completely change how we understand and treat Parkinson’s. It raises the possibility that monitoring and protecting kidney health might one day help prevent or delay the onset of this devastating condition.