sábado, 9 de agosto de 2025

Um dos lugares mais especiais do país

 5 coisas que precisas de saber sobre um dos lugares mais especiais do país:

1. As casas são todas em xisto e empilhadas na encosta.
Mas o que chama logo a atenção? As janelas pintadas de azul. Dizem que era o único tom disponível na antiga mercearia. E virou tradição.
2. É Património — mas continua a parecer segredo.
Mesmo com turistas, o Piódão mantém-se genuíno, silencioso e com uma energia difícil de explicar. Parece que o tempo parou ali.
3. Fica isolado — e ainda bem.
A estrada serpenteia pela serra e de repente… aparece a aldeia, encaixada na montanha. Uma chegada que nunca se esquece.
4. A 5 minutos, tens Foz d’Égua — uma praia fluvial escondida no meio da serra.
Ponte de madeira, águas cristalinas e um cenário de cortar a respiração. Leva fato de banho… e espaço na galeria do telemóvel.
5. À noite, o Piódão acende-se como um presépio.
As luzes espalhadas pelas casas criam um cenário de filme — e sim, vale a pena ficar para ver.
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Como chegar
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De Lisboa:
Cerca de 3h, pela A1 + N17 em direção a Arganil. Depois sobe pela serra até ao Piódão.
🚗
Do Porto:
Aproximadamente 2h30 pela A1 até Coimbra, depois segue pela N17 e N342 até Arganil e finalmente Piódão.
📌
Dica: mete “Estacionamento Piódão” no GPS. O acesso à aldeia é só a pé — e vale cada passo.







A invenção do betão

 Há dois mil anos, enquanto o mundo ainda tacteava na escuridão do desconhecido, os romanos já desciam às profundezas do mar – não por poesia ou superstição, mas por engenharia. Sem oxigénio, sem fatos de neoprene, sem Google. Apenas com tubos de junco, coragem e uma ideia fixa na mente: dominar a natureza.

Foram eles que inventaram o betão que endurece debaixo de água – um milagre que nem o cimento armado moderno consegue igualar. Com esse segredo, ergueram portos no fundo do mar, como o de Cesareia, encomendado por Herodes. Uma obra tão ousada que, ainda hoje, faria qualquer engenheiro suar em bica.
E os mergulhadores? Desciam com sinos de ar presos à cabeça. A trinta metros de profundidade, peito aberto, enfrentavam a pressão, a escuridão, o desconhecido. Procuravam destroços de naufrágios, construíam fundações, desafiavam Poseidon com as próprias mãos.
A Roma Antiga não era só togas, Senado, pão e circo. Era suor, cálculo, engenharia e um pacto com o impossível. E é isso que permanece de pé, dois milénios depois: não o império, mas o betão.



TSUNAMIS

 TSUNAMI

Não, as ondas de tsunami NÃO parecem como você imagina. Em mar aberto, eles podem medir apenas 1 metro, mas quando chegam à costa, viajando a velocidades de até 800 km/h, como um avião, eles podem alcançar 30 metros.
Por que não parecem as ondas normais?
São ondas de energia sísmica geradas por terremotos, deslizamentos de terra ou erupções vulcânicas sob o mar. Quando isso acontece, eles movem todo o corpo de água do fundo para a superfície.
Ao chegar à costa, o fundo do mar sobe e a energia é comprimida, o que faz a água se levantar como uma parede vertical, em vez de se curvar como uma onda comum.
524 metros causados mediu a maior onda de tsunami do que se tem registrado. Aconteceu em Lituya Bay, Alasca, em 1958 causada por um deslizamento de terra, não por um terremoto.



De volta às nossas heroínas - as mães!

 As mães são o nosso mundo, mas não são deste mundo. Têm poderes. As mães são mágicas. Acordam de noite, assim do nada, porque sentem que o filho as vai chamar. Antes de ouvir, já escutaram a voz do filho. O coração das mães não se engana. Aliás, não é possível enganar uma mãe a menos que ela queira. Às vezes, faz-se de desentendida, mas só porque entendeu há muito que há coisas que é preciso deixar passar, mesmo que nada lhe passe ao lado. As mães são estranhas. Às vezes, parece que têm dupla personalidade. Andam sempre a chamar a atenção dos filhos, não os deixam pôr o pé em ramo verde, e tens de fazer isto e fazer aquilo, já te disse que não, já tens idade para arrumar as tuas coisas, sou sempre eu a fazer tudo nesta casa, e vai estudar, mas derretem-se ao falar deles às outras pessoas. As mães são aquelas pessoas que põem babetes aos filhos, mas elas é que andam sempre babadas. As mães estão sempre cansadas, mas trabalham como se não estivessem. Claro que, assim, ninguém liga quando dizem que estão cansadas ou doentes, porque fazem tudo na mesma. As mães podem estar a morrer de fome, mas primeiro querem saber se o filho já comeu. As mães não se esquecem de mandar levar um casaco ou de recomendar aos filhos que se agasalhem e que não apanhem frio. As mães às vezes estão inseguras e têm vontade de chorar, mas dizem sempre que foi das cebolas ou que têm alergia e que vai correr tudo bem. As mães nascem com os filhos e vivem para eles o resto da vida. Às vezes, as mães trocam os nomes dos filhos quando chamam por eles, mas não trocam os filhos por nada nem por ninguém.




Crocodilos de água salgada

 Crocodilos de água salgada (Crocodylus porosus) são monstruosos predadores de topo — os maiores e mais agressivos répteis vivos atualmente, e mestres absolutos da caça de emboscada.

Como eles caçam: A furtividade é tudo. Eles ficam quase totalmente submersos, com apenas os olhos e as narinas acima da água, camuflando-se em rios, estuários ou litorais. Eles podem prender a respiração por mais de uma hora, esperando o momento perfeito para atacar.
Quando uma presa — como um búfalo, um javali ou até mesmo um tubarão — se aproxima, o crocodilo salta da água com uma velocidade assustadora. Ele agarra a vítima com as suas enormes mandíbulas (com uma força de mordida de mais de 3.700 psi — a mordida mais forte já medida em qualquer animal). Então vem a "morte mortal": o crocodilo gira seu corpo violentamente, rasgando a carne e desorientando a presa até que ela se afogue ou sangre até a morte.
Fato assustador: Crocodilos de água salgada são conhecidos por arrastar animais (e humanos) para a água que pesam várias vezes mais do que eles — e podem saltar verticalmente para fora da água para capturar presas em galhos baixos!





The Gobi Desert, Mongolia

 This image was captured at the Khongor Sand Dunes in the Gobi Desert, Mongolia. Bactrian camels have played a vital role in the lives of steppe nomads since their domestication around 2500 BC. These remarkable animals are used primarily for transportation, capable of carrying loads between 170 to 250 kilograms (375 to 550 pounds) and traveling up to 47 kilometers (30 miles) a day - often for as many as 30 consecutive days without drinking water. Their contributions go far beyond transport. Their coarse outer hair is used to make strong ropes that secure traditional Ger camps, while their fine wool is spun into garments and socks - an adult male can produce up to 18 kilograms (40 pounds) of wool annually. Bactrian camels also provide milk and meat, making them indispensable to the survival and culture of Mongolia’s nomadic communities.




A vida nas caravelas

 Doenças, sujeira e castigos físicos: a transtornada vida nas caravelas. O quotidiano difícil daqueles que viajaram em pequenos barcos do Atlântico até as Américas.

Apesar de terem embarcados nelas os navegadores do século 16 fizeram a civilização ocidental crescer até ao tamanho que tem hoje, pouco se sabe sobre como eram as caravelas que cruzaram o Atlântico até as Américas. O certo é que eram barcos bem menores do que costumamos imaginar e que a tripulação enfrentava um dia a dia de trabalho exaustivo, comia mal, dormia ao relento e convivia com ratos, baratas e um porão alagado e poluído com dejetos humanos.
Os aprendizes ou grumetes tinham entre 17 e 20 anos. Faziam os trabalhos mais difíceis e perigosos. Subiam até o cesto de observação no mastro principal; estendiam e recolhiam as velas; e eram encarregados de acionar as bombas que retiravam a água fedida do porão.
Velas infladas
As caravelas que levaram Pedro Álvares Cabral, na Descoberta do Brasil, tinham três ou quatro mastros até 25 m de comprimento por 7 m de largura.
Vazamento constante
Como todas as embarcações da época, as caravelas estavam sempre metendo água. Para evitar o naufrágio, a água era constantemente retirada por bombas manuais, acionadas sem interrupção. Era o trabalho mais exaustivo a bordo.
Porão nojento
À água estagnada no porão misturava-se com fezes, urina e vómito dos tripulantes, que sofriam com enjoos e, enfraquecidos, não tinham forças para subir até o convés. Piolhos, ratos e baratas completavam o cenário. O cheiro, contam as crónicas da época, era repugnante.
Jornada exaustiva
O trabalho da tripulação – levantar e baixar velas, vigiar o horizonte, bombear água do porão, pescar, vigiar o tempo, sol e estrelas – era dividido em turnos, em geral de quatro horas. Dormia-se pouco, portanto.
Item fundamental nas provisões, os biscoitos eram uma massa de farinha de trigo e água assada quatro vezes, o que os deixavam tão secos e duros a ponto de resistir por anos sem deteriorar. Para comê-los era preciso umedecê-los com água do mar. O prato do dia a dia era composto de charque, peixe e biscoitos do mar. Era comum racionar alimentos.
Trabalho infantil
O cargo mais baixo era o dos auxiliares, ou pajens. Tinham entre 8 e 15 anos. Lavavam o convés, recolhiam restos das refeições e faziam trabalhos gerais. Os auxiliares de origem pobre faziam trabalhos mais duros e não tinham perspectiva de progredir; os de “boas famílias” eram protegidos do capitão e tinham a vida mais leve.
Escorbuto
A mais mortal doença a bordo. Os sintomas eram cansaço, manchas na pele e sangramento nas mucosas e gengivas, que inchavam e cheiravam mal. Os dentes caíam. O doente tornava-se cada vez mais fraco, não conseguia andar e morria com grande sofrimento.
Castigos cruéis
O capitão tinha poder de vida e morte sobre a tripulação. As punições eram duras. O mais comum eram chicotadas. Roubar comida rendia 99 golpes. Havia penas maiores: o “strappado”, em que a pessoa era dependurada no teto pelos pulsos, com os braços para trás; a “toca” consistia em cobrir a boca com um pano e jogar água sobre a cabeça da vítima, que se sentia afogar. Os motins eram punidos com a morte.



“Padrão dos Descobrimentos“

 Construído há 62 anos, por ocasião das Comemorações dos 500 anos da Morte do Infante D. Henrique, o monumento na zona ribeirinha de Belém simboliza uma caravela, conduzida pela figura do Infante D. Henrique, seguido em cortejo por 32 personalidades históricas que contribuíram para a Era dos Descobrimentos.

Com uma altura de 52 metros, o “Padrão dos Descobrimentos“ foi projetado pelo arquiteto Cottinelli Telmo, que contou com o trabalho do escultor Leopoldo de Almeida para a sua concretização.



quinta-feira, 7 de agosto de 2025

PARIS, TEXAS de Wim Wenders

 Elegia sobre o amor perdido, o vazio e a esperança de reencontro, PARIS, TEXAS é o mais celebrado e icónico filme de Wim Wenders. Vencedor da Palma de Ouro, revela um retrato dos EUA na sua vertente mais íntima e melancólica. Um clássico que permanece vivo no coração de cada geração.

Pioneiro do Novo Cinema Alemão, Wenders leva o seu olhar singular ao Sudoeste americano com rara intensidade. O argumento, escrito pelo dramaturgo Sam Shepard, vencedor do Pulitzer, traz à vida Travis (um inesquecível Harry Dean Stanton, rosto talhado como paisagem), que regressa amnésico e quase mudo, em busca do filho pequeno, do irmão e da mulher desaparecida (Nastassja Kinski). Desta premissa simples nasce uma meditação poderosa sobre os códigos da masculinidade e os mitos da família e do sonho americanos, filmada entre o vazio dos desfiladeiros e o fulgor do néon.
Grande parte do filme passa-se na estrada, onde a paisagem se torna personagem. Robby Müller filma a vastidão árida do Texas e os céus imensos, em contraste com as luzes urbanas de Houston. Sobre essas imagens, a guitarra de Ry Cooder desliza como lamento crepuscular, dando ao filme a sua melancolia inconfundível.
Acima de tudo, PARIS, TEXAS é uma fábula moderna sobre a fragilidade humana, a força do amor altruísta e a esperança que persiste no escuro. Travis abdica da própria felicidade para abrir espaço ao recomeço dos que ama. É nessa última viagem solitária que o filme encontra a sua nota final de poesia… amarga e luminosa, como cicatriz que não desaparece.



TÚMULO DE D. JOÃO I e de D. FILIPA DE LENCASTRE.

 TÚMULO DE D. JOÃO I e de D. FILIPA DE LENCASTRE.

João I de Portugal (Lisboa, 11 de abril de 1357[1] – Lisboa, 13 de agosto de 1433[2]), conhecido como o Mestre de Avis e apelidado de o de Boa Memória, foi o rei de Portugal e dos Algarves de 1385 até sua morte, sendo o primeiro monarca português da Casa de Avis e o décimo rei de Portugal.
Era o filho ilegítimo do rei D. Pedro I de Portugal com sua amante Teresa Lourenço,[3] tendo sido escolhido e aclamado como rei nas cortes de Coimbra, durante a Crise de 1383–1385.
D. João era filho ilegítimo do rei D. Pedro I e de D. Teresa Lourenço, uma dama galega[4] ou de uma filha de Vasco Lourenço da Praça, um mercador de Lisboa.[5] Em 1364, foi consagrado mestre da Ordem de Avis, sendo nomeado por seu pai.[6]
Cresceu com o referido seu avô materno. Depois da investidura nessa Ordem de cavalaria, o Mestre passou aos cuidados do comendador-mor da cidade, Fernão Rodrigues de Sequeira. Visitava de vez em quando a corte, desenvolvendo amizade com o seu meio-irmão, o infante D. João, filho de Inês de Castro[7].
Durante o reinado do rei Fernando I, seu meio-irmão, em 1382 devido a intrigas da então rainha Leonor Teles, João foi preso em Évora e com ordem de execução. Pediu ajuda ao conde de Cambridge, tio de Filipa de Lencastre e foi solto. Este episódio iria tornar João cauteloso.[6]
João foi eleito rei nas cortes da cidade de Coimbra, em abril de 1385, depois de um período de interregno, entre 1383-85, sendo conhecido por crise de 1383-1385. Após a morte do rei Fernando, meio-irmão de João, o país mergulhou em confusão e guerra civil. João foi escolhido para liderar uma revolta contra a regente Leonor Teles, rainha viúva. Tratou-se, então de uma revolução, pois o poder da regência passou para João que foi aclamado em Lisboa, Regedor e Defensor do Reino.[1] Tratou, então de defender o país contra as investidas castelhanas, rodeando-se de amigos que o apoiaram, como Nuno Álvares Pereira que revelou ser um génio militar.
Com o apoio do condestável do reino, Nuno Álvares Pereira e aliados ingleses travou a Batalha de Aljubarrota contra o reino de Castela, que invadira o país. A vitória foi decisiva: Castela retirou-se, acabando bastantes anos mais tarde por o reconhecer oficialmente como rei.
Prisão de João, mestre de Avis
Casou, em 2 de fevereiro de 1387, com Filipa de Lencastre,[8] filha de João de Gante,[3] fortalecendo por laços familiares a aliança Luso-Britânica, esta aliança perdura até hoje. Filipa era uma rainha culta, neta do rei Eduardo III de Inglaterra. Deste casamento nasceram oito filhos, sendo que os dois primeiros morreram novos. Os restantes ficaram conhecidos como Ínclita geração.
A primeira metade do reinado foi marcado pela guerra contra Castela. Depois de feita a paz, para prestígio internacional,[9] iniciou-se a expansão territorial para África e Atlântico, começando em 1415, a conquista de Ceuta, praça estratégica para a navegação no norte de África, o que iniciaria a expansão portuguesa. Aí foram armados cavaleiros os seus filhos D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique, irmãos da chamada ínclita geração.
A grande vitória obtida em Aljubarrota foi assinalada com a construção do Mosteiro da Batalha, um monumento que levou mais de cem anos a concluir de estilo gótico e estilo manuelino, onde está sepultado com a rainha e seus descendentes diretos.



Being a single mother isn’t easy.

 Being a single mother isn’t easy.

You’re the one who dries the tears, packs the lunches, pays the bills, and still manages to smile through it all.
You don’t always know how you’ll make it work, but you do every single time.
Because your love for your child gives you a kind of strength most people will never understand.
There will be days when you’re exhausted, mentally, physically, emotionally.
Days when the world feels heavy and you wonder how you’ll get through it.
But you show up anyway.
You push through the tiredness, the doubt, and the stress because you have little eyes watching, little hearts depending on you.
Single motherhood is double the work, double the stress, and double the worry.
But it’s also double the hugs, double the love, and double the pride.
You do the job of two people with one heart, and somehow you still find the energy to give more.
There is nothing “single” about what you do.
You’re a nurse when they’re sick, a teacher when there’s homework, a cook, a counselor, a protector, and a provider.
You’re their safe space, their superhero, their home.
And even on your hardest days, when no one is clapping for you; you still keep going.
To every single mom who’s ever cried quietly at night, stressed over money, or felt like she wasn’t doing enough
Please hear this:
You are more than enough.
You are doing an incredible job.
And one day, your children will look back and realize that their mom was the strongest woman they’ve ever known.
Wear your invisible cape with pride.
You are love. You are strength. You are the backbone of your family.
And you are never alone in this.

Uma nova bateria

 O Canadá acaba de desenvolver uma bateria!

Pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica desenvolveram uma bateria biodegradável feita de polpa de árvore e zinco, oferecendo uma alternativa mais limpa às baterias de íons de lítio.
Essas baterias ecológicas decompõem-se naturalmente no solo em poucos meses — sem produtos químicos nocivos, sem resíduos tóxicos.
Perfeitas para implantes médicos, dispositivos vestíveis e sensores ambientais, elas podem ajudar a resolver a crescente crise de lixo eletrónico que assola o planeta.
✅
Feitas com materiais sustentáveis
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Dissolvem-se totalmente no solo
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Não deixam resíduos tóxicos
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Ideal para equipamentos eletrónicos de curto prazo
O futuro da tecnologia verde ficou muito mais limpo.



Origem dos nomes dos países da América do Sul

  Origem dos nomes dos países da América do Sul:

🌍 🇦🇷 Argentina
🗣️ Vem do latim argentum, que significa “prata”. Os colonizadores espanhóis usaram esse nome inspirados no Rio da Prata e nas lendárias riquezas da região, que evocavam a presença de metais preciosos.
🌍 🇧🇴 Bolívia
🗣️ Nomeado em homenagem a Simón Bolívar, líder da independência na América do Sul. É um dos poucos países no mundo cujo nome deriva diretamente de um libertador.
🌍 🇧🇷 Brasil
🗣️ Derivado do “pau-brasil”, uma árvore de madeira avermelhada explorada pelos portugueses. A palavra brasil remete a “brasa”, por causa da cor da madeira.
🌍 🇨🇱 Chile
🗣️ A origem é incerta, podendo vir do quechua chiri (frio), do aimara chili (“onde termina a terra”), ou do mapuche cheele-cheele (imitando o canto de um pássaro). Essas teorias refletem sua geografia austera e austral.
🌍 🇨🇴 Colômbia
🗣️ Nome em homenagem a Cristóvão Colombo (Columbus), o navegador genovês que iniciou a colonização europeia das Américas.
🌍 🇪🇨 Equador
🗣️ O nome é literal e geográfico: a linha do equador atravessa o país. República do Equador refere-se diretamente a essa localização.
🌍 🇬🇾 Guiana
🗣️ Vem do idioma indígena arawak, significando “terra de muitas águas”, referência aos rios, lagos e zonas húmidas da região.
🌍 🇵🇾 Paraguai
🗣️ Deriva do rio Paraguai. Em guarani, interpretações comuns: “água nascida do mar” ou “água do rio” — embora todas concordem na origem indígena e geográfica.
🌍 🇵🇪 Peru
🗣️ Deriva de “Birú” ou “Viru” (nomes indígenas referindo-se a um cacique ou região no sul do Panamá). Os espanhóis adotaram esse nome para referir-se ao sul, e ele evoluiu para “Peru”.
🌍 🇸🇷 Suriname
🗣️ Acredita-se que derive da tribo indígena Surinen. O sufixo -ame pode vir da palavra arawak que significa “foz do rio”. O nome inicialmente designava o rio, e depois o país.
🌍 🇺🇾 Uruguai
🗣️ Vem do rio Uruguai. Em guarani: urú (ave), gua (de), y (água/rio) — “rio dos pássaros pintados” ou “rio de aves”, enfatizando a fauna local.
🌍 🇻🇪 Venezuela
🗣️ Significa “Pequena Veneza”. Exploradores europeus compararam as casas indígenas construídas sobre palafitas à cidade italiana sobre canais. O nome original Veneziola evoluiu para Venezuela.