sábado, 16 de agosto de 2025

Um Amor clássico!

 Romeo and Juliet is a tragic play written by William Shakespeare. The story is set in Verona, Italy, where two feuding families, the Montagues and the Capulets, are in constant conflict. Despite the ongoing hostility, Romeo, a Montague, and Juliet, a Capulet, fall deeply in love when they meet at a masked ball.

Their love is forbidden due to the family feud, so they decide to marry in secret with the help of Friar Laurence. However, their plans are disrupted when a street fight breaks out between Romeo's friend Mercutio and Juliet's cousin Tybalt, resulting in the deaths of both Mercutio and Tybalt. Romeo, seeking revenge, kills Tybalt and is subsequently banished from Verona by the Prince.
As Romeo leaves, Juliet is forced into an arranged marriage with Count Paris. Desperate to escape this fate, she seeks the assistance of Friar Laurence once again. He devises a plan for Juliet to fake her own death by drinking a potion that will put her into a deep sleep, making her appear dead for 42 hours. The plan is for Romeo, who has not received the message explaining the plan, to be there when Juliet wakes up, and they can elope together. Unfortunately, the message does not reach Romeo, and he believes Juliet is truly dead.
Upon discovering Juliet seemingly lifeless in the Capulet family tomb, Romeo is overcome with grief and takes his own life beside her. Juliet awakens soon after and, upon seeing Romeo dead, decides to take her own life as well. The tragic deaths of the young lovers are met with shock and sorrow by their families and the city of Verona.
Romeo and Juliet's untimely demise serves as a catalyst for the end of the Montague and Capulet feud, and the families reconcile in the wake of such tragedy. The play ends with the prince delivering a powerful speech, expressing the mutual guilt felt by both families and the lasting impact of Romeo and Juliet's love and sacrifice.
Romeo and Juliet is often considered one of the greatest love stories ever written, exploring themes of love, fate, youth, and the power of feuds. The play has been widely studied and performed, captivating audiences with its poetic language, memorable characters, and tragic narrative.



Um sítio muito visitado por locais e turistas!

 Calhau de São Jorge, São Jorge

A freguesia de São Jorge e o seu forte (ou reduto)
De acordo com «Paulo Dias de Almeida, Tenente Coronel do Real Corpo de Engenheiros e a sua descrição da Ilha da Madeira de 1817-1827», citado pelo ilustre professor doutor Rui Carita (1982), «a Povoação desta Freguesia está em um terreno superior à ribeira, é muito saudável, e livre de humidades. A paróquia é a melhor de toda a Ilha. A maior parte das casas são feitas de taboado e cobertas de palha.
«As terras estão em poucas partes cobertas de arvoredos, mas ainda se conserva alguns nas margens da ribeira, os quais os carvoeiros continuam a cortar para carvão.
«Os caminhos de comunicação para a freguesia de St.ª Ana são péssimos. O que vai ao porto não é mau, ainda que passe por um formidável despenhadeiro.
«O porto tem muita rocha e os barcos que ali vão receber os vinhos não chegam a terra, recebem as pipas ao vai-vem, e muitas se perdem porque batem contra a rocha. É no pequeno terreno junto ao porto onde estão os armazéns dos vinhos, no só desta freguesia, como da freguesia de St.ª Ana. Só um morador habita efectivamente no porto, e os que por ali vivem de dia, do alto da povoação, a ela recolhem ao anoitecer.
«Um pequeno reduto com 2 peças de calibre 6, deitadas no chão, é a fortificação do porto, e foi feito por um particular. Não temos qualquer indicação do particular que o mandou edificar, por certo um grande proprietário da área. Da paróquia do Arco até à igreja de São Jorge, dista uma légua e três quartos e se gastam duas horas.»



Uma aberração!

 Between 1849 and 1851, the Earl Grey Scheme took girls, aged from 14 to 19, from workhouses across Ireland to work in Australia as servants and to help populate the new colony. In that time, 4,114 young Irish girls from the 32 counties were transported to Australia, writes Anne Delaney in this week’s Ireland’s Own.



Um avanço enorme no tratamento das articulações!

 German scientists have unveiled a revolutionary injectable gel that can regrow cartilage in damaged joints, offering a potential end to many knee and hip replacement surgeries. This bioactive hydrogel is loaded with growth factors, collagen fibres, and stem cell attractants, creating the perfect environment for natural cartilage repair.

Once injected into a worn joint, the gel forms a flexible scaffold that mimics real cartilage. It recruits the body’s own stem cells, triggering layer-by-layer regrowth of cartilage while adapting to movement and becoming stronger over time. In clinical trials, patients with severe osteoarthritis showed visible cartilage regeneration within just 60 days, along with significant pain relief and improved mobility.
Unlike traditional implants, this gel does not require surgery, has no risk of long-term wear or rejection, and even reduces inflammation without the need for post-operative medication. It naturally biodegrades once healing is complete, leaving behind healthy, functional joint tissue.
The treatment could be life-changing for millions, especially younger patients and athletes seeking non-invasive recovery options. With regulatory approval in Europe expected soon, Germany plans to make this breakthrough therapy available in clinics by 2026. Experts say this could mark the beginning of a new era in orthopaedic medicine, replacing artificial joints with the body’s own natural healing power.



Eça de Queiroz

 Há 125 anos em Paris, morria um dos maiores nomes da literatura portuguesa. Eça de Queiroz, debilitado por uma grave enterocolite. Aos 54 anos, deixava Portugal órfão de um dos seus olhares mais críticos e brilhantes.

⚰️🇵🇹
O corpo regressou a Lisboa um mês depois, num cortejo fúnebre com honras de Estado, seguido por milhares entre o Terreiro do Paço e o cemitério do Alto de São João. Décadas depois, os seus restos mortais seriam trasladados para Santa Cruz do Douro, em Baião, e, mais recentemente, voltou a acender-se o debate sobre o seu repouso no Panteão Nacional.
📚🖋️
Diplomata, jornalista e romancista, Eça foi renovador profundo da prosa portuguesa, diplomata e observador mordaz da sociedade. Entre Havana, Newcastle, Bristol e Paris, escreveu a parte mais marcante da sua obra, sempre com um olhar afiado sobre Portugal. A distância deu-lhe a clareza para pintar, com ironia e precisão, os retratos mais fiéis da nossa identidade.
📖✨
O Primo Basílio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias são mais do que romances — são retratos vivos das paixões, vícios e contradições do nosso país.
🌟🔥
Ler Eça é perceber que, mesmo 125 anos depois, a sua crítica social continua atual, provocadora e necessária. É confrontar-se com o espelho da nossa própria sociedade. É rir, indignar-se, refletir — e, acima de tudo, reconhecer que a boa literatura não envelhece.




As sogras e as piadas!

 "O fato de que nas sociedades civilizadas as sogras sejam tema constante de piadas parece-me sugerir que a relação emocional em jogo inclui componentes nitidamente contrastantes, ou seja, acredito que esta relação seja na realidade uma relação ‘ambivalente’, composta de impulsos conflitantes afetuosos e hostis.

Alguns desses impulsos são bastante óbvios. Do lado da sogra, temos a relutância em abrir mão da posse da filha, a desconfiança do estranho a quem esta é entregue, um impulso de manter a posição dominante que ocupou em sua própria casa. Do lado do genro, há a determinação de não se submeter mais à vontade de outrem, o ciúme de alguém que possuiu a afeição de sua esposa antes dele e, por fim, mas não em último lugar, a resistência a algo que interfere na supervalorização ilusória originada de seus sentimentos sexuais. A figura da sogra geralmente causa essa interferência porque tem muitas características que lhe lembram a filha e, não obstante, carece de todos os encantos de juventude, beleza e frescor espiritual que fazem da sua esposa uma pessoa atraente para ele." (Freud em "Totem e Tabu", 1913)
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Mary Cassatt, "Mother and Child", 1890





Se encontrares um amigo, guarda-o

 Se encontrares um amigo, guarda-o. Os amigos a sério são pérolas verdadeiras, que só encontramos em conchas raras, daquelas que só o coração consegue abrir. Se encontrares um amigo, guarda-o. Se encontrares alguém que torça por ti, que vibre com a tua felicidade, que esteja sempre pronto para te ouvir e ajudar, guarda essa bênção. Não há maior tesouro. Se encontrares alguém que pule de alegria quando vences um obstáculo, que grite bem alto Conseguiste, eu bem te disse, que bata palmas ao teu sucesso e que seja sempre a tua claque incondicional, mesmo sem pompons e coreografia, agradece. Não há maior riqueza.




Emile Berliner e Edison criaram instrumentos de som!

 Em 1887, Emile Berliner conseguiu uma patente para a sua última invenção - uma maneira que lhe permitia gravar e transmitir som através de um disco ao qual chamou gramofone. Uma década antes, Edison tinha apresentado o seu fonógrafo que é, ainda hoje, considerado o primeiro instrumento capaz de gravar som, através da rotação de um cilindro. No final do século XIX e início do século XX, ambas as tecnologias competiram como principais formas de gravar e transmitir som, naquela que pode ser considerada a primeira guerra de formatos na música.

Como sabemos o gramofone e o disco acabaram por ser o formato que saiu vencedor desta guerra. O formato standard durante várias décadas foi o disco de goma-laca com 10 polegadas e 78 rotações por minuto, usado por artistas e orquestras para gravarem os seus trabalhos e fazerem-no chegar pela primeira vez à casa das pessoas.
Os discos permitiam a gravação de 3 minutos de música. O processo de gravação era bastante rudimentar e chamava-se gravação acústica. Usava-se um disco vazio e punha-se uma orquestra a gravar para um cone de grande dimensão para direcionar o som para o disco. Terminada a gravação, o disco era utilizado para fazer um disco-mestre que depois seria utilizado para fazer as cópias. Com a invenção do microfone nos anos 20, o processo ficou mais fácil.
O aparecimento do vinil
Na década de 40, as principais editoras americanas - a Columbia Records e a Victor RCA - começaram a trabalhar em novos formatos para o disco, que pudessem ter maior capacidade de gravação e melhor qualidade de som, nomeadamente com um novo material plástico à base de vinil que levaria à utilização do nome que usamos agora. . Em 1948, a Columbia introduziu o formato LP (long play) com a velocidade de 33 e 1/3 rotações por minuto, um diâmetro de 12 polegadas, que conseguia albergar 45min de som entre os dois lados do disco, o que era uma incrível melhoria comparado com os discos de goma-laca. Esta melhoria deu origem à era dos álbuns, onde os músicos podiam tocar por quanto tempo quisessem e ordenar as músicas como quisessem, levando a que este formato se tornasse bastante popular.
Em 1949, a Victor RCA introduziu o EP (extended play), um disco com 45 rotações por minuto, diâmetro de 7 polegadas, que ofereciam 15 minutos de som entre os dois lados. Apesar de não ter a capacidade do LP, tornou-se o formato standard para um single que continuou a ser um formato popular apesar da invenção do álbum. Assim, nos anos seguintes, o vinil foi o formato dominador para grande parte dos artistas e bandas que hoje são tidos como referências da música.
Porém, na década de 80 e 90, com o aparecimento primeiro das cassetes e depois dos CDs, os discos de vinil chegaram a ser considerados obsoletos e o seu fim parecia estar perto. Contra as expectativas, nos últimos 15 anos, as vendas de discos de vinil têm estado a aumentar progressivamente. Usando o exemplo dos EUA, passaram de 900 mil unidades para 17 milhões em 2018. Com as plataformas de streaming a oferecerem tantas vantagens, é pouco provável que o vinil volte a ser o meio dominante, mas assumiu o estatuto de símbolo de nostalgia dos entusiastas de música, que veem nos discos uma forma de terem as músicas no seu formato original. Por isso, a maior parte dos grandes artistas já não abdica de expor o seu trabalho em vinil e muitos deles encontram neles a oportunidade de oferecer conteúdo original e exclusivo aos seus fãs.
Melhores Discos Vinil de Sempre
É difícil encontrar um critério para os classificar como tal. Mas precisamente pelo sentimento de nostalgia associado aos discos de vinil, porque não nomear alguns dos álbuns clássicos da história da música?
Thriller - Michael Jackson: O álbum de 1980 continua a ser o mais vendido de sempre, com músicas como “Thriller” e “Billie Jean” a tocarem nas rádios e discotecas regularmente.
• Back in Black - AC/DC: É o álbum de maior sucesso da banda australiana e o álbum de rock mais vendido de todos os tempos, com o single que lhe dá nome e com hits como “Hells Bells”, “Shoot To Thrill” e “You Shook Me All Night Long”.
The Dark Side Of The Moon - Pink Floyd: Entre t-shirts e posters, a capa deste álbum é uma das mais famosas e faz com que, de ano para ano, esteja sempre entre os discos de vinil mais vendidos.
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band - The Beatles: Em 2017, foi o vinil mais vendido nos EUA, provando que continua a ser tão atual como quando foi lançado há meio século, em 1967.
Kind of Blue - Miles Davis: Para fugir um bocadinho ao pop e ao rock, também decidimos incluir um dos melhores álbuns de jazz alguma vez produzido.
Curiosidades Sobre o Vinil
• O material vinil começou a ser usado para produzir os discos porque a goma-laca que era anteriormente utilizada na sua produção, foi necessária para produzir diferentes ferramentas essenciais para a 2º Guerra Mundial, tendo por isso de ser substituída.
• Golden Records, são dois discos vinil a bordo do Voyager 1 e do Voyager 2 que já se encontram a 20 mil milhões de quilómetros de distância da Terra e que incluem seleções musicais de diferentes culturas e eras, para que “aliens” possam conhecer.
• Qual o disco vinil mais caro de sempre? Pertence aos Wu-Tang Clan e ao seu álbum Once Upon a Time in Shaolin, cuja única cópia existente no mundo inteiro foi comprada por Martin Shkreli por 2 milhões de dólares, agora condenado e que viu o disco ser confiscado pelas autoridades americanas.
• Dados demonstram que o vinil poderá ultrapassar os CDs em vendas num futuro próximo. Nos EUA, em 2018, enquanto as vendas de CDs desceram 42%, as de vinil cresceram 12%.

José Rafael Trindade Reis



Ser diferente não significa ser melhor, mais inteligente ou evoluído!

 Sabia dessa?

🤔
A história que aprendemos costuma dizer que os espanhóis trouxeram "civilização" para a América… mas, olhando mais de perto, percebemos que as civilizações indígenas já eram altamente desenvolvidas — e em muitos aspectos, estavam à frente dos europeus.
🌎✨
🛁
Higiene
Os astecas tomavam banho duas vezes por dia, enquanto na Europa o hábito comum era uma vez por semana. Quem precisava mesmo de aulas de limpeza?
🚿
💊
Medicina
A ervanária asteca era a mais avançada do mundo. Havia escolas especializadas em medicina, com disciplinas como cirurgia, hematologia e medicina interna. Usavam supositórios, pomadas e ventosas, enquanto a Europa ainda recorria a práticas como a sangria.
🏛️
Arquitetura e Engenharia
De Teotihuacan a Tenochtitlán, suas cidades eram planejadas, sustentáveis e impressionantes. As chinampas (ilhas artificiais para cultivo) até hoje são exemplo único de agricultura eficiente e sustentável.
🌱
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Astronomia e Matemática
Os maias criaram o conceito do zero e desenvolveram um calendário mais preciso que o europeu. Seus estudos astronómicos eram fundamentais para a agricultura e a organização social.
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Arte e Literatura
Produziam códices em papel feito da casca de árvore muito antes da imprensa europeia. Trabalhos com penas, metais, cerâmica e madeira deixaram conquistadores boquiabertos.
🎶
Música e Poesia
Cantavam e escreviam sobre natureza, amor e amizade, expressando uma ligação profunda com o mundo ao redor.
💱
Economia e Comércio
Astecas e incas mantinham redes comerciais extensas, chegando até a Nicarágua — tudo isso em regiões onde, na Europa, ainda faltava até drenagem básica.
💡
Reflexão
A América pré-colombiana não era selvagem nem atrasada. Era um continente vibrante, cheio de conhecimento, criatividade e avanços únicos. A conquista destruiu muito, mas não apagou as pegadas de grandeza que as culturas indígenas deixaram para sempre.



Era uma vez um menino ...

 “.. Era uma vez um menino que não morava em lugar nenhum, porque ele vivia entre os espaços do céu e do coração. Ele não tinha pressa, nem medo, porque sabia que a vida se revela devagar, em cada silêncio, em cada olhar que demora a encontrar outro olhar.

O menino das estrelas aprendeu que o mais importante não se vê com os olhos, mas com o sentir. Que as coisas pequenas, às vezes invisíveis, são as que carregam os maiores segredos do mundo — o brilho do afeto, o cheiro da lembrança, o calor de uma palavra sincera.
Ele dizia que todo mundo tem dentro de si um planeta particular, onde guardamos nossas lembranças, nossos sonhos e as coisas que amamos de verdade. E que, para cuidar desse planeta, basta uma flor de atenção, um pouco de tempo, e muita vontade de ser gentil consigo mesmo.
“Às vezes a gente perde tempo tentando entender o mundo lá fora, quando o que realmente importa é entender o que bate dentro da gente,” ele repetia, enquanto contava histórias de encontros que mudaram sua forma de olhar.
O menino das estrelas não tinha resposta para todas as perguntas, mas sabia escutar o silêncio — e no silêncio, ele encontrava o sentido que faltava.
E ele deixou um recado simples, que talvez a gente possa carregar no bolso, como uma semente que cresce devagar:
“Olhe para dentro, cuide do que te faz bem, e nunca esqueça que a verdadeira magia está em ser simples, em ser você..”



Albert Einstein

 Albert Einstein nunca teve carro e também nunca aprendeu a dirigir. Para se locomover, usava principalmente a bicicleta e, às vezes, caminhava longas distâncias. Chegou a dizer que dirigir era complicado demais e brincava que seu motorista era a pessoa mais inteligente que conhecia.

Para ele, a vida se parecia com andar de bicicleta: era preciso manter o equilíbrio e continuar em movimento. Em uma época em que as cidades eram mais amigáveis aos ciclistas, Einstein aproveitava esse meio de transporte com prazer.



sexta-feira, 15 de agosto de 2025

A Primeira Viagem ao Redor do Mundo (1519)

 A Primeira Viagem ao Redor do Mundo (1519)

Em 10 de agosto de 1519, partia de Sevilha, na Espanha, uma expedição de cinco navios liderada pelo navegador português Fernão de Magalhães. O objetivo era encontrar uma rota ocidental para as Ilhas das Especiarias, desafiando o desconhecido. A viagem foi marcada por tempestades, fome e conflitos. Após a morte de Magalhães nas Filipinas em 1521, o comando passou ao basco Juan Sebastián Elcano, que completou a jornada em 1522, tornando-se o primeiro a circunavegar o planeta.
Curiosamente, apenas um navio, o “Victoria”, retornou, trazendo 18 sobreviventes dos cerca de 270 que partiram. Essa viagem provou, de forma prática, que a Terra é redonda e revelou novas rotas comerciais que mudaram a economia mundial. Também foi responsável por um dos primeiros contatos diretos entre europeus e povos de várias regiões remotas, expandindo os mapas e o conhecimento geográfico da época. Foi um feito de coragem e resistência, que inspirou gerações de exploradores.



Tanto génio canhoto!

 Personalidades que enfrentaram preconceito por serem canhotas -

1. Leonardo da Vinci (1452–1519) – Itália Considerado um dos maiores génios da história, era canhoto e escrevia em “espelho” (da direita para a esquerda).

• Sofreu críticas de contemporâneos que achavam a sua escrita “contra a natureza” e associavam isso a excentricidade ou feitiçaria.
2. Michelangelo (1475–1564) – Itália
• Pintor e escultor renascentista. Documentos mostram que, quando jovem aprendiz, foi obrigado a treinar com a mão direita na pintura, mas manteve a esquerda como dominante para desenho e escultura.
3. Albert Einstein (1879–1955) – Alemanha/EUA
• Em criança, os seus professores tentaram “corrigir” a sua escrita, mas sem sucesso. A sua caligrafia acabou por ser muito peculiar, alternando por vezes entre as duas mãos.
4. Charlie Chaplin (1889–1977) – Reino Unido
• Nos tempos de escola, foi repreendido por segurar a pena com a mão esquerda “de forma imprópria”. Ele próprio disse que isso o fez sentir-se “fora de lugar” desde cedo.
5. Paul McCartney (1942–) – Reino Unido
• No colégio, os professores tentaram forçá-lo a tocar violão/guitarra com a mão direita. Resistiu e acabou por adaptar o instrumento ao contrário — um traço que marcou o seu estilo único.
6. Oprah Winfrey (1954–) – EUA
• Cresceu no sul dos EUA na década de 1960, quando ainda era comum os professores corrigirem canhotos. Já contou que “a régua batia na mão esquerda” quando insistia em usá-la para escrever.
7. Bill Gates (1955–) – EUA
• Embora não tenha sofrido punição física, recorda que professores e colegas consideravam a sua postura de escrita “errada” e tentavam fazê-lo mudar.