"Às vezes, diante das injustiças, a gente tende a questionar tudo... fica tentando encontrar lógica onde parece só existir caos. Mas no fundo, a vida tem sua própria matemática, que não erra. Há três leis que nunca falham...
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Há três leis que nunca falham...
A viagem de comboio mais longa do mundo
A viagem de comboio mais longa do mundo abrange 18.755 km e pode durar até 21 dias sem parar, começando em Lagos, Portugal, e culminando no Estreito de Singapura.
LIDERANÇA FEMININA - Helena Sacadura Cabral
LIDERANÇA FEMININA
Um marco da minha infância!
domingo, 28 de setembro de 2025
Separar o trigo do joio
Separar o trigo do joio. Separar o prioritário do acessório. Separar o útil do supérfluo. Separar o são do podre. Separar o profundo do superficial. Separar o valor do preço. Separar o esforço do forçado. Separar a sinceridade da hipocrisia. As lágrimas sinceras das lágrimas de crocodilo. Separar a qualidade da quantidade. Separar o dizer do significar. Separar as oportunidades do oportunismo. Separar os elogios da bajulação. Separar o que vale a pena do que dá pena. Separar a dádiva da esmola. Separar a essência do rótulo. Separar o colorir do manchar. Separar o servir da serventia. Separar a magia dos truques. Separar o que dá luz e o que só quer brilho. Separar a água do lodo. O insignificante do importante. E o que sobra do que nos basta.
The Ocean Cleanup
Um aspirador oceanico flutuante de 600 metros, criado por engenheiros holandeses no projeto The Ocean Cleanup, já removeu toneladas de lixo do Pacífico. Funcionando como uma barreira em U movida por correntes, captura de redes a microplásticos. A meta é ousada: reduzir em 90% a poluição plástica até 2040, salvar milhões de animais marinhos e proteger a saúde humana.
O Muro Verde do Japão contra Tsunamis
O Muro Verde do Japão contra Tsunamis
Mudar de vida sem ser por vontade própria - Helena Sacadura Cabral
Mudar de vida sem ser por vontade própria
Annie Ernaux
Annie Ernaux, com uma carreira literária de mais de cinquenta anos e laureada com o Prémio Nobel da Literatura, partilha o seu percurso, os seus métodos e o olhar atento sobre o mundo que guia a sua escrita.
Uma revolução nos transportes e na mobilidade
Nunca tivemos tantas receitas para tudo!
Nunca tivemos tantas receitas para tudo e mais alguma coisa, receitas essas rápidas, imediatas, de pouco investimento que prometem uma vida revolucionária. É simples! Nunca tivemos tantos profissionais de saúde a vender estratégias e fórmulas, tanto investimento na estética para as gerações mais novas, tanta valorização da imagem e da aparência. E talvez esteja tudo certo e haja espaço para tudo, quando a intenção é ajudar e não só vender, ser conhecido ou ser visto como um guru de determinados temas, assuntos ou áreas. Nunca se chorou tanto com uma câmara na mão para gravar, nunca se partilhou tanto a casa, os filhos, os clientes e pacientes e a intimidade para mostrar como chegar a esse sucesso com beleza filtrada e harmonização, que promete leveza mas que às vezes só traz peso, comparação, prisão e um viver com um espelho ou um telemóvel na mão. Centrados na premissa das pessoas comprarem o que veem, começamos a confundir viver-se com partilhas sem limites nas redes sociais. Vendemos profundidade mas talvez estejamos mais supérfluos do que nunca, mais auto-centrados num ego que cresce pelo prisma do sucesso pelo algoritmo e da aparência. Não importa o que se traz por dentro, importa o que se mostra para fora. Talvez tudo isto seja só uma crise gestacional ou geracional, não sei, mas sei que a leveza não se compra com fórmulas, de forma rápida e sem um olhar profundo sobre quem somos, onde estamos, o que nós dói e como dói, para onde queremos ir e com quem. Com tempo e sem câmaras constantes. E serão de todas estas perguntas que nascerá a verdadeira beleza, aquela que nos faz sentir bem, serenos e com amor. E quando o trabalho interno está alinhado com tudo isto, então estaremos a construir saúde mental, que não virá de nenhum sucesso de algoritmo ou estratégia rápidas, mas de um autocuidado que passa essencialmente pelo carinho com que cuidamos de nós e dos outros, pelo respeito pelo que expomos, de nós e dos nossos, sem câmaras, reels e vídeos.