Após a morte de Freddie Mercury, muitos fãs perguntaram-se o que aconteceria com os Queen. Para John Deacon, a resposta era clara.
John, baixista e a alma tranquila da banda, voltou só para terminar o álbum Made in Heaven e gravar No-One But You, uma última homenagem ao seu amigo. Foi a sua despedida definitiva.
Participou em algumas apresentações — como o tributo em Wembley em 1992 — mas depois retirou-se sem ressentimentos, sem escândalos, sem entrevistas.
Ele chegou a um acordo com Brian May e Roger Taylor: eles poderiam continuar usando o nome Queen, desde que se consultassem sobre decisões importantes. Eles consultam pouco. Quase nunca respondem.
Roger Taylor resumiu de forma brutal:
«John é um sociopata. Não mantemos contato. Mas ele nos deu a sua bênção... e aceitou os cheques. »
Hoje, John Deacon vive longe das luzes. Sem redes sociais, sem cameras, sem saudade pública. Não se gaba. Não intervém. Sem exibição.
Simplesmente viva.
Porque nem todos os heróis do rock querem viver eternamente sob o holofote.
Alguns aposentam-se ... e deixam a música falar por eles.

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