Gosto de relações fortes. Daquelas que não se apagam com o tempo, que resistem às dúvidas e crescem com a entrega.
Relações com carácter, com paixão, com verdade.
Onde há espaço para dizer o que se sente — o “tenho saudades”, o “quero-te”, o “és importante para mim”.
Porque quando isso desaparece… o fogo apaga-se.
Fica uma relação morna, desequilibrada, onde um trava e o outro sente a ausência.
Mas os sentimentos não se travam. Ou se vivem… ou não existem.
Eu escolho sempre viver — com intensidade, desejo e um olhar posto no futuro.
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