terça-feira, 4 de março de 2025

Ter sorte, ser feliz!

 



Why some people have all the Luck?

By Professor Richard Wiseman, University of Hertfordshire.
Why do some people get all the luck while others never get the breaks they deserve?
A psychologist says he has discovered the answer.
Ten years ago, I set out to examine luck. I wanted to know why some people are always in the right place at the right time, while others consistently experience ill fortune. I placed advertisements in national newspapers asking for people who felt consistently lucky or unlucky to contact me.
Hundreds of extraordinary men and women volunteered for my research and over the years, I have interviewed them, monitored their lives, and had them take part in experiments.
I carried out a simple experiment to discover whether this was due to differences in their ability to spot such opportunities. I gave both lucky and unlucky people a newspaper, and asked them to look through it and tell me how many photographs were inside. I had secretly placed a large message halfway through the newspaper saying: "Tell the experimenter you have seen this and win $50." This message took up half of the page and was written in type that was more than two inches high. It was staring everyone straight in the face, but the unlucky people tended to miss it and the lucky people tended to spot it.
Unlucky people are generally more tense than lucky people, and this anxiety disrupts their ability to notice the unexpected.
As a result, they miss opportunities because they are too focused on looking for something else. They go to parties intent on finding their perfect partner and miss opportunities to make good friends.
They look through newspapers determined to find certain types of job advertisements and miss other types of jobs.
Lucky people are more relaxed and open, and therefore see what is there rather than just what they are looking for. My research eventually revealed that lucky people generate good fortune via four principles. They are skilled at creating and noticing chance opportunities, make lucky decisions by listening to their intuition, create self-fulfilling prophesies via positive expectations, and adopt a resilient attitude that transforms bad luck into good.
Here are Professor Wiseman's four top tips for becoming lucky:
1) Listen to your gut instincts - they are normally right
2) Be open to new experiences and breaking your normal routine
3) Spend a few moments each day remembering things that went well
4) Visualize yourself being lucky before an important meeting or a telephone call.
Have a Lucky day and work for it...
"The happiest people in the world are not those who have no problems, but those who learn to live with things that are less than perfect."
"There is a great difference between "worry" and "concern."

A worried person only sees the problem and a concerned person solves the problem!
May Luck be your side!!!
May be an image of French lavender
All reactions:
English Literature: A Community and 28 others

The 2025 Women's Prize for fiction - Longlist

 

The 2025 Women’s Prize for Fiction longlist

The full list in alphabetical order by author surname is:

  • Good Girl by Aria Aber (published by Bloomsbury Publishing)
  • The Ministry of Time by Kaliane Bradley (published by Sceptre, Hodder & Stoughton, Hachette)
  • Somewhere Else by Jenni Daiches (published by Scotland Street Press)
  • Amma by Saraid de Silva (published by Weatherglass Books)
  • Crooked Seeds by Karen Jennings (published by Holland House Books)
  • All Fours by Miranda July (published by Canongate Books)
  • The Dream Hotel by Laila Lalami (published by Bloomsbury Circus, Bloomsbury Publishing)
  • The Persians by Sanam Mahloudji (published by 4th Estate, HarperCollins)
  • Dream Count by Chimamanda Ngozi Adichie (published by 4th Estate, HarperCollins)
  • Nesting by Roisín O’Donnell (published by Scribner, Simon & Schuster)
  • A Little Trickerie by Rosanna Pike (published by Fig Tree, Penguin General, Penguin Random House)
  • Birding by Rose Ruane (published by Corsair, Little, Brown Book Group, Hachette)
  • The Artist by Lucy Steeds (published by John Murray, John Murray Press, Hachette)
  • Tell Me Everything by Elizabeth Strout (published by Viking, Penguin General, Penguin Random House)
  • The Safekeep by Yael van der Wouden (published by Viking, Penguin General, Penguin Random House)
  • Fundamentally by Nussaibah Younis (published by Weidenfeld & Nicolson, Orion Publishing Group, Hachette)

A importância da língua portuguesa

 

A língua portuguesa e a economia global

Alíngua portuguesa tem uma importância crescente na economia mundial contemporânea. Os nove Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) refletem uma população de cerca de 296 milhões, perspetivando a ONU chegar aos 500 milhões até ao final do século. A língua portuguesa, matriz fundacional da CPLP, afirma-se como língua de aproximação de povos, de concertação político-diplomática e de comunicação global: é a 4.ª ou 5.ª mais falada no mundo; é a primeira no hemisfério sul; a utilização na Internet está em franca ascensão; e é língua oficial ou de trabalho em mais de trinta organizações internacionais.

Os países da CPLP, em conjunto, dispõem de um enorme potencial económico, representando cerca de 8% da superfície continental do planeta e mais de 50% das novas descobertas de recursos energéticos do século XXI. Encontram-se entre os cinco lugares cimeiros da produção mundial de petróleo, detêm uma vasta plataforma continental com recursos marinhos e minerais e, aproximadamente, cerca de 14% das reservas mundiais de água doce.

Falada em quatro continentes, desempenha um papel significativo por motivos distintos. A nossa língua revela oportunidades de acesso a mercados emergentes e de grande potencial económico, recordando que o Brasil é uma das maiores economias do mundo, a África lusófona tem grande potencial de se assumir com um polo de investimento e Timor-Leste posiciona-se como uma porta para o mercado asiático.

A pertença dos Estados-membros da CPLP a regiões geográficas distintas, em processos de integração económica, propicia novas oportunidades de cooperação, negócios e investimento, tornando a língua portuguesa relevante no comércio internacional. É uma língua de comunicação em regiões-chave de comércio e a presença de empresas lusófonas em mercados globais fortalece a posição como língua de negócios para os investimentos internacionais.

Sublinhando o crescimento demográfico e jovem nos países da CPLP, verificamos que cria um mercado consumidor de produtos e serviços, atraente para empresas globais. Além disso, a juventude está cada vez mais conectada digitalmente, o que facilita a disseminação da língua, acelera a adoção do idioma no setor das TI, impulsiona a economia digital e interliga essas economias com o resto do mundo de maneira mais eficaz.

Paralelamente, nos domínios da educação, formação profissional e capacitação, o número crescente de escolas, universidades e programas que oferecem ensino em português, ou com foco na língua portuguesa, cria recursos humanos qualificados, fomentando a diversidade dos setores produtivos e o crescimento das economias, tornando-as mais competitivas e integradas no mercado global.

A língua portuguesa tem, igualmente, um impacto significativo nas indústrias culturais, criativas e turísticas. A diversidade cultural e económica na CPLP oferece uma oportunidade única para as empresas diversificarem portfólios, com produtos e serviços para atender a diferentes necessidades e preferências, contribuindo para a valorização do idioma comum.

O português é, ainda, língua oficial de organizações internacionais como a União

Europeia, o Mercosul, a SADC [Comunidade de Desenvolvimento da África Austral] e a CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental], fortalecendo o seu papel em políticas globais e nas relações diplomáticas, sendo relevante na integração de mercados em regiões de grande potencial.

As atividades da CPLP para o fortalecimento em diversas dimensões da língua portuguesa merecem, também, destaque, assinalando-se o novo objetivo geral de Cooperação Económica e Empresarial, em fase de afirmação e consolidação. É uma oportunidade para os Estados-membros se apoiarem mutuamente no desenvolvimento das economias, promovendo a partilha de informação, a convergência de políticas públicas sobre temas globais e a adoção de instrumentos multilaterais para reforço da capacidade produtiva, a formação de recursos humanos, o estímulo das trocas comerciais e a captação de investimento.

A língua portuguesa assume, assim, grande valor estratégico, fortalecendo as economias locais. É essencial para governos, empresas e indivíduos que procuram crescer e inovar no cenário económico global.

Zacarias da Costa

Secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

segunda-feira, 3 de março de 2025

O significado da Máscara!

 


A Máscara como forma de dissimulação e suas implicações na Interação Social

A máscara, seja literal ou figurativa, sempre desempenhou um papel fundamental na maneira como os indivíduos interagem socialmente. Em diversas culturas, as máscaras foram utilizadas para rituais, teatro e festividades, permitindo que aqueles que as usam assumam diferentes papéis e ocultem a sua verdadeira identidade. No entanto, na esfera social quotidiana, o uso da "máscara" como forma de dissimulação levanta questões importantes sobre autenticidade, confiança e a complexidade das relações humanas.

No contexto social, as pessoas frequentemente adotam diferentes "máscaras" para se adaptarem a situações específicas. Essa prática pode ser vista como um mecanismo de defesa, uma maneira de se proteger contra julgamentos ou de atender às expectativas alheias. No ambiente de trabalho, por exemplo, é comum que indivíduos escondam suas vulnerabilidades para manter uma imagem profissional. Nas redes sociais, a construção de uma “persona” idealizada muitas vezes se distancia da realidade, criando um fosso entre o que se mostra e o que realmente se é.

Entretanto, o uso excessivo dessas máscaras pode levar a consequências negativas. A constante necessidade de representar um papel pode gerar um desgaste emocional significativo, levando à perda da própria identidade e a sentimentos de alienação. Além disso, relações baseadas na dissimulação tornam-se frágeis e superficiais, pois carecem da transparência e sinceridade necessárias para um vínculo autêntico.

Por outro lado, há situações em que a adoção de uma "máscara" social é não apenas aceitável, mas essencial. A etiqueta e os códigos de conduta exigem que se controle certas emoções e comportamentos para garantir a harmonia na convivência coletiva. No entanto, a linha entre a adaptação social e a falsidade pode ser tênue. Quando a máscara se torna um instrumento de manipulação ou engano, compromete-se a confiança nas interações interpessoais, criando barreiras que dificultam a construção de relações genuínas.

Diante disso, é necessário um equilíbrio entre a adaptação social e a autenticidade. Embora seja natural ajustar nosso comportamento de acordo com o contexto, é essencial que isso não nos afaste de nossa verdadeira essência. A autenticidade não significa a ausência de filtros sociais, mas sim a coerência entre o que sentimos e o que expressamos.

Num mundo onde as aparências frequentemente se sobrepõem à essência, questionar o uso das máscaras sociais torna-se um exercício fundamental para quem busca interações mais sinceras e relações mais profundas. Afinal, por mais sofisticada que seja a máscara, a verdade sempre encontra uma maneira de “vir à tona de água”.




Aquela falsa e triste semelhança

Entre quem julgo ser e quem eu sou.

Sou a máscara que volve a ser criança,

Mas reconheço, adulto, aonde estou.

Isto não é o Carnaval, nem eu

Tenho vontade de dormir, e ando

O que passa, ondeando, em torno meu,

Passa (...)

Dormir, despir-me deste mundo ultraje,

Como quem despe um dominó roubado.

Despir a alma postiça como a um traje.

Tenho náusea carnal do meu destino.

Quase me cansa me cansar. E vou,

Anónimo, (...) menino,

Por meu ser fora à busca de quem sou.

 

Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa

03-03-2025

Ivo Eduardo Correia


E Viva o Entrudo!

 

O Entrudo: Origens e Celebrações Atuais

O Entrudo é uma festividade de origem pagã que remonta à Antiguidade, sendo considerado o precursor do Carnaval moderno. A palavra "Entrudo" deriva do latim "introitus", que significa "entrada", referindo-se ao período de preparação para a Quaresma na tradição cristã. Sua celebração está associada a rituais de renovação, fertilidade e despedida dos excessos antes do período de abstinência religiosa.

Acredita-se que o Entrudo tenha raízes nas festas romanas, como as Saturnais e Lupercais, onde se promoviam brincadeiras, trocas de papéis sociais e banquetes. Com o passar dos séculos, a festividade foi incorporada ao calendário cristão e espalhou-se pela Europa, sendo trazida para o Brasil e outros países pelos colonizadores portugueses.

No passado, especialmente em Portugal e no Brasil colonial, o Entrudo era marcado por brincadeiras rústicas, como o arremesso de água, farinha e outros produtos entre os participantes. Essas práticas, muitas vezes desordeiras, foram gradualmente substituídas por celebrações mais organizadas, dando origem ao Carnaval moderno.



Atualmente, o Entrudo ainda é celebrado em algumas regiões de Portugal e do Brasil, especialmente em cidades do interior. Em Portugal, destacam-se festividades tradicionais em localidades como Lazarim, Podence e Torres Vedras. Em Lazarim, por exemplo, as celebrações incluem o uso de máscaras de madeira esculpidas artesanalmente e desfiles satíricos. Já em Podence, a festa é marcada pelos "Caretos", personagens mascarados que simbolizam a irreverência e a tradição cultural do Nordeste Transmontano.

No Brasil, embora o Entrudo tenha perdido força ao longo dos anos, sua influência pode ser vista no Carnaval, que mantém a essência de festa popular e brincadeiras públicas. Algumas cidades ainda preservam elementos das antigas festividades, como os blocos de rua e as batalhas de confetes.

A celebração do Entrudo, mesmo com suas transformações ao longo do tempo, continua sendo um marco cultural importante, representando a alegria, a liberdade e a renovação antes do período de recolhimento da Quaresma. Seu legado perdura nas festividades carnavalescas, reforçando a identidade e a tradição popular em diferentes partes do mundo.

03-03-2025

Ivo Eduardo Correia


O Carnaval de Veneza



 
O Carnaval de Veneza é uma das celebrações mais emblemáticas da Itália. As ruas e os canais da cidade ficam tomados pelas máscaras, fantasias e gôndolas coloridas. As célebres máscaras ornamentadas são inspiradas em personagens da Commedia dell’Arte do século 16, ou tentam reproduzir o estilo dos nobres que viveram nos séculos 17 e 18.

As origens da festividade remontam ao século 11, quando a República de Veneza era um dos principais centros comerciais e culturais da Europa. As fantasias permitiam que pobres e ricos assumissem outra identidade. O anonimato era tão atraente que, no século 18, muitos usavam máscaras por até seis meses.

Energias positivas

 As pessoas de luz não engoliram nenhuma lanterna nem têm uma vela acesa em cima da cabeça.

As pessoas de luz, como se diz por aí, provavelmente, tiveram que passar por bastante escuridão até aprenderem a manter a sua luz acesa.
Provavelmente as pessoas de luz nasceram assim e não imaginavam o sofrimento a que seriam expostas para aprenderem a manter a sua luz acesa. Muitas desejariam não ter nascido assim, porque sentiram ao longo do crescimento que não se encaixavam, que não adequavam àquilo que esperavam delas. Muitas foram gozadas por serem como eram.
As pessoas de luz são sempre postas à prova, até mostrarem que merecem de facto carregar essa luz.
É fácil reconhecer uma pessoa de luz: saímos de ao pé delas com uma sensação de tranquilidade. Animam-nos e ouvem-nos. Espalham delicadezas e bem-estar.
Quando entram em algum lugar parece que o iluminam. Quase sempre choram e sofrem em silêncio. Não são vingativas.
Não são perfeitas, cometem erros, às vezes falham, mas todos reconhecem nelas uma tremenda bondade.