domingo, 14 de setembro de 2025

O rio Guadiana no tempo das "vacas gordas"!

 Antes da construção da Barragem do Alqueva, o rio Guadiana registou diversas cheias significativas. Aqui estão algumas das mais notáveis: 1. Cheia de 1876 – A "Mãe de Todas as Cheias"

Em dezembro de 1876, o Guadiana registou uma cheia histórica, considerada a mais devastadora da sua história recente. Vários dias de chuvas torrenciais provocaram inundações que afetaram gravemente as regiões de Alcoutim e Mértola, com campos submersos e casas arrasadas. Em Alcoutim, por exemplo, a estação telegráfica desapareceu, e em Mértola, a cheia subiu 28 metros acima do nível da preamar IP Beja.
2. Cheia de 1867
Em 1867, o Guadiana também registou uma cheia significativa que afetou as regiões de Mértola e Alcoutim. Em Mértola, a cheia subiu 28 metros acima do nível da preamar, causando grandes prejuízos e aluimentos IP Beja.
3. Cheias de 1937
4. Cheias de 1933/34
Durante o ano hidrológico de 1933/34, o Guadiana registou um caudal máximo de 98,7 hectómetros cúbicos por ano, considerado uma situação extrema para a região.



Priceless

 Helen Mirren once shared, "One of the best perks of getting older is learning the beautiful art of being alone. What used to feel like an awkward silence has turned into a luxury. My home feels peaceful, and I can dance in the kitchen without worrying about being judged or just relax and do nothing. I enjoy my own company with a coffee, a good movie, and the freedom to just be. Solitude isn’t about being alone; it’s all about feeling fulfilled and at peace."



Ballooning

 Na Austrália, durante a primavera, acontece um fenómeno impressionante conhecido como a temporada das aranhas. _______________

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Entre setembro e novembro, algumas espécies, como a aranha-balão, libertam fios de seda ao vento para se deslocar e colonizar novas áreas, num comportamento chamado ballooning. _______________
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Quando milhares delas fazem isso ao mesmo tempo, os fios acumulam-se sobre campos, árvores e cercas, criando a ilusão de um manto branco que lembra neve. Esse comportamento serve para dispersão das jovens aranhas, garantindo que encontrem novos lugares para viver, e também ajuda a escapar de enchentes em regiões alagadiças._______________
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Apesar de causar estranhamento e até medo, a grande maioria dessas aranhas é inofensiva para os seres humanos, mas a cena é tão impressionante que parece saída de um filme de ficção, transformando a paisagem australiana num espetáculo natural único. _______________
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sábado, 13 de setembro de 2025

Aspetos psicológicos!

 "Em psicologia só podemos descrever as coisas com a ajuda de analogias. Nada existe de peculiar nisto; é também o caso alhures. Mas temos que estar constantemente a modificar essas analogias, pois nenhuma delas nos dura bastante. Em conseqüência, ao tentar tornar clara a relação entre o ego e o id, devo pedir-lhe que imagine o ego como uma espécie de fachada do id, como uma frontaria, como uma camada externa e cortical deste. Podemos apegar-nos a essa última analogia. Sabemos que as camadas corticais devem suas características peculiares à influência modificadora do meio externo com que confinam. Assim, supomos que o ego é a camada do aparelho mental (do id) que foi modificada pela influência do mundo externo (da realidade). Isto mostrará como na psicanálise adotamos maneiras especiais de contemplar as coisas seriamente. Para nós o ego é realmente algo superficial e o id algo mais profundo – contemplados de fora, naturalmente. O ego está entre a realidade e o id, que é aquilo verdadeiramente mental." (Freud em "A Questão da Análise Leiga", 1926)

Lilly Martin Spencer, "Peeling onions" (1852)



Não sabe o que perdeu!

 Em 2008, uma mulher escocesa declarou que o segredo para viver muitos anos era jamais ter tido relações íntimas. Reconhecida como a pessoa virgem mais idosa do mundo, ela contou que sempre cultivou boas amizades, mas nunca se apaixonou. Para ela, a intimidade só deveria ocorrer depois do casamento e, focada na sua carreira, nunca dedicou tempo a esse tema.





O farol La Jument

A história por trás da foto mais icónica de um farol
Em 21 de dezembro de 1989, uma imagem capturada pelo fotógrafo francês Jean Guichard marcou a história da fotografia e tornou-se num dos postais mais reconhecidos em todo o mundo. A cena, registrada no farol La Jument, na costa da Bretanha, França, retrata um momento de tensão, força e vulnerabilidade em meio à natureza.
O farol, localizado a dois quilómetros da ilha de Ouessant, foi construído entre 1904 e 1911 para sinalizar perigosos recifes que causaram inúmeros naufrágios. Naquele dia, um forte temporal varria o Atlântico, e Guichard, especializado em fotografar faróis, sobrevoava a área de helicóptero em busca de imagens que captassem a magnitude da tempestade.
Dentro do farol, o faroleiro Theophile Malgorn, então com cerca de 30 anos, ouviu o helicóptero repetidamente passar. Imaginando que algo grave estivesse ocorrendo, como um naufrágio, abriu a porta para investigar. Nesse exato instante, uma onda colossal chocava contra o farol. Guichard, percebendo a composição perfeita – o homem em contraste com a fúria do mar –, disparou sua camera rapidamente.
A ação foi breve, mas arriscada. Malgorn ouviu o impacto da onda e, percebendo o perigo, fechou a porta no último instante, salvando-se por milésimos de segundo. Das nove imagens capturadas por Guichard, uma tornou-se emblemática, rendendo ao fotógrafo o segundo lugar no World Press Photo em 1990.
Apesar do reconhecimento internacional, o episódio deixou marcas profundas em Theophile Malgorn. Ele sentiu-se exposto a um risco desnecessário, provocado pela busca de uma imagem comercial. Anos depois, Jean Guichard visitou-o, presenteando-o com uma cópia autografada da fotografia. Esse gesto simbólico ajudou a aliviar as tensões, levando os dois a uma reconciliação.
Outro aspecto curioso é que Guichard acabou perdendo parte do controle sobre sua criação mais famosa. A fotografia foi amplamente reproduzida em cartões postais e outros produtos sem a sua autorização, tornando-se um ícone cultural. Até hoje, a imagem continua a fascinar, inspirando matérias, documentários e debates sobre sua força e significado atemporal.
Atualmente, La Jument opera de forma automatizada, e Malgorn trabalha em outro farol na ilha de Ouessant. Ele ainda é visto caminhando com seus cães, contemplando o mar e revisitando memórias de uma vida marcada pela solidão e pelo romantismo da profissão de faroleiro – uma ocupação que, para muitos, era mais uma filosofia de vida do que um simples trabalho.

E se o fotógrafo não tivesse se aproximado? A imagem, que se tornou sinónimo de mistério e força, talvez não tivesse o mesmo impacto. Sem o helicóptero e o olhar atento de Guichard, o encontro entre o homem e a natureza teria permanecido um segredo perdido nas ondas do Atlântico. A fotografia imortalizou um momento fugaz, transformando-o em uma narrativa universal sobre coragem, fragilidade e a grandiosidade do mar. 




Curiosidade da Engenharia

 Curiosidade da Engenharia

Sabia que 1 mm de chuva corresponde a 1 litro de água por metro quadrado?
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Esse dado simples revela a força da natureza e ajuda engenheiros, arquitetos e ambientalistas a projetar soluções inteligentes para cidades e áreas verdes.
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Porque engenharia é justamente isso: transformar conhecimento em construções que respeitam o meio ambiente._______________
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O mishaab

 Cálculos vesicais são formações sólidas compostas por sais minerais, em especial de cálcio, que se acumulam na bexiga urinária ao longo do tempo. Dependendo do tamanho, podem provocar dores intensas e grande desconforto.

No século X, na Península Ibérica, o médico muçulmano al-Zahrawi (936–1013), conhecido no Ocidente como Abulcasis, desenvolveu uma solução inovadora para esse problema: o litotrito. Trata-se de um dispositivo simples que permitia fragmentar os cálculos ainda dentro da bexiga, dispensando a necessidade de incisões cirúrgicas. Al-Zahrawi chamou sua invenção de “mishaab”.
Séculos depois, no início do XIX, o médico francês Jean Civiale aperfeiçoou o instrumento de al-Zahrawi e o aplicou na litotripsia transuretral – uma técnica minimamente invasiva que consiste em esmagar as pedras no interior da bexiga, evitando a cirurgia aberta tradicional (litotomia).
– Butt, Arthur J. (1956). Etiologic Factors in Renal Lithiasis.



Curiosidades matemáticas

 Curiosidades

Quando você olha para um girassol, pode pensar que vê apenas beleza. Mas, na verdade, está diante de uma fórmula matemática que a própria natureza escreveu.
Repare nas sementes: elas não se alinham em filas retas. Em vez disso, formam espirais que se cruzam em sentidos opostos. Se você as contar, vai encontrar números muito especiais: 21, 34, 55... todos da famosa sequência de Fibonacci.
Essa sequência é simples: cada número nasce da soma dos dois anteriores. O resultado é uma lógica que aparece em flores, frutos e até no próprio universo.
O girassol adota esse padrão porque ele é eficiente. As sementes crescem de forma organizada, sem se atrapalhar, aproveitando cada espaço disponível. O segredo está em um ângulo especial: o ângulo áureo, cerca de 137,5°, ligado ao número de ouro. É isso que garante o desenho perfeito de espirais.
E não é só nos girassóis. O mesmo padrão pode ser visto em conchas, abacaxis, caracóis, furacões e até em galáxias. A matemática, silenciosa, está por toda parte.
Diante de tamanha perfeição, é difícil não reconhecer algo maior por trás da criação.




O cedo se fez tarde, e o tarde se fez nunca - Oliver Harden

 O cedo se fez tarde, e o tarde se fez nunca. Essa sentença é quase um epitáfio da experiência humana diante do tempo. O que julgamos antecipar, o que acreditamos segurar nas mãos como promessa de eternidade, dissolve-se como areia entre os dedos. O cedo, que parecia oportunidade, se retrai em atraso, e o atraso, quando carregado por demais, transmuta-se em nunca, esse silêncio definitivo do que não aconteceu.

O “para sempre” não raro carrega dentro de si a semente da sua própria contradição. Dizemos “para sempre” como se estivéssemos plantando um carvalho no solo firme da eternidade, mas na verdade muitas vezes estamos apenas desenhando palavras na espuma da maré. O para sempre é, quase sempre, uma hipérbole do desejo, uma máscara da finitude, um recurso da alma para encobrir a fragilidade do instante. Assim, o para sempre torna-se o nunca, não porque o amor, o sonho ou a esperança não tenham existido, mas porque se perderam no labirinto da impermanência.
A vida é uma sucessão de instantes que se devoram, um teatro onde os atos não se repetem. Talvez a única eternidade possível esteja no instante bem vivido, na chama breve que arde e ilumina, sem a arrogância de querer durar. O cedo, o tarde e o nunca são apenas gradações da mesma vertigem: a de que nada permanece, e de que tudo o que prometemos às vezes não passa de um eco que se dissolve no ar.
Assim, o para sempre que prometemos aos outros, e até a nós mesmos, é menos uma certeza do futuro do que uma súplica contra o vazio. Talvez a sabedoria consista em não buscar o para sempre, mas o agora, esse único território onde o nunca ainda não chegou e o cedo ainda é possível.

Oliver Harden



O Converse All Star

 O ténis que conquistou o mundo nasceu em 1908, quando Marquis Mills Converse fundou sua fábrica em Massachusetts EUA.

No início, eram apenas calçados de borracha para enfrentar chuva e frio. Mas em 1917 algo mudaria para sempre: surgia o Converse All Star, feito de lona e sola de borracha, pensado para o basquete.
Poucos anos depois, um jogador chamado Chuck Taylor apaixonou-se pelo modelo, ajudou a aperfeiçoá-lo e levou a marca para as quadras de todo o país. Tanto que em 1932 o ténis passou a carregar seu nome: Chuck Taylor All Star.
Durante décadas, ele foi o calçado oficial da NBA, até que novas marcas como Nike, Reebok e Adidas chegaram para disputar o mercado. A Converse não resistiu, declarou falência em 2001 e acabou sendo comprada pela Nike em 2003 por 305 milhões de dólares.
Hoje, mais de 100 anos depois, o All Star já não é só um ténis desportivo: virou símbolo cultural, de estilo e atitude, usado em todos os cantos do planeta.



Pais à Maneira Dinamarquesa - Rita Caetano in o Público de hoje!

 

Educar à maneira dinamarquesa 5 conselhos para uma parentalidade feliz

A viajar aprende-se e Jessica Joelle Alexander, especialista em parentalidade, é um exemplo disso. Até ter ido à Dinamarca, a norte-americana não tinha a certeza de que queria ser mãe. Mas no país do seu marido, “as crianças pareciam todas tão serenas, bem comportadas, contentes e respeitadoras” que a maternidade passou a fazer parte dos seus planos. “No meu país, era tudo muito diferente”, partilhou com o PÚBLICO, no início de Setembro, aquando da sua vinda a Lisboa para participar no encontro sobre o futuro dos livros Book 2.0 – Futuro da Leitura e lançar o livro Educar À Maneira Dinamarquesa (Arena).

Muitos anos passados dessa sua primeira visita à Dinamarca, quando foi mãe pela primeira vez, deu por si a preferir os conselhos da família e amigos dinamarqueses ao que tinha lido em livros de parentalidade. Juntou isso ao facto de a Dinamarca estar sempre posicionada entre os países mais felizes do mundo e começou a investigar. Pesquisa essa que deu origem ao livro Pais à Maneira Dinamarquesa, publicado em mais de 30 países, entre os quais Portugal. Escrito em conjunto com a psicoterapeuta Iben Dissing Sandahl, deu a conhecer ao mundo a teoria PARENT (Play – brincar em português –, Autenticidade, Reenquadramento, Empatia, Nada de ultimatos, Tempos juntos), que de ne os princípios de ser pai e mãe na Dinamarca.

Será possível adoptar este estilo de parentalidade noutro país? “Sem dúvida, eu própria o fiz, pois criei os meus filhos em Itália”, respondeu a especialista. “Se conseguirmos exportar o que se faz na Dinamarca, as crianças crescerão em qualquer lugar um pouco mais felizes”, prosseguiu, sugerindo que a educação dinamarquesa “deveria ser elevada a Património da Humanidade da UNESCO”.

Se só pudesse dar cinco conselhos a pais de qualquer país, a especialista em parentalidade escolheria valorizar as crianças, acompanhar a sua pegada digital, incluí- las nas tarefas domésticas, fomentar a auto-estima e deixá-las brincar à vontade.

1. Valorizar as crianças

Na Dinamarca, “há um foco muito grande na independência das crianças, na sua dignidade – há uma grande crença na ideia de que são muito competentes desde bebés –, na responsabilidade e na liberdade de brincar”, explicou a especialista em parentalidade. Os dinamarqueses ouvem as crianças, tentam compreendê-las sem ultimatos ou castigos imediatos. “No início, era-me difícil acreditar que, quando se confia nas crianças e se lhes dá mais responsabilidade, elas tornam-se mais confiáveis, mas é mesmo assim”, garantiu. A recomendação que dá aos pais é que “ensinem o respeito, sejam respeitadores e serão respeitados”.

2. Acompanhar a pegada digital dos filhos

“Algo em que os dinamarqueses são realmente bons é em perceber que o mundo digital não vai desaparecer, portanto não vale a pena vê-lo como inimigo a ser banido”, afirmou Jessica Joelle Alexander. A especialista em parentalidade não tem dúvidas: “Se queremos que os mais pequenos nos oiçam, temos de os ouvir também.”

Aconselha os pais a sentarem-se ao lado dos filhos, questionarem-nos sobre o que estão a fazer, com quem falam, o que jogam e porque gostam de determinado jogo e até pedir para os ensinarem a jogar. “Tal como dizemos que as crianças devem ter cuidado ao atravessar a rua, é importante alertar para as amizades que podem surgir online, o que fazer quando são enganados ou alvo de comentários maldosos. Não podemos fingir que nada acontece enquanto eles estão agarrados aos ecrãs”, sublinhou. Jessica Joelle Alexander recomendou ainda que os pais questionem sobre quem seriam as três principais pessoas a quem os lhos recorreriam se algo de mau lhes acontecesse.

3. Envolver as crianças nas tarefas domésticas

Um dos ensinamentos que Jessica Joelle Alexander aprendeu na Dinamarca é que, para as crianças, trabalho e diversão não são coisas assim tão diferentes. “Muitas vezes as crianças querem ajudar e os adultos dizem que não, mas na Dinamarca não é assim. As crianças são incluídas nas tarefas domésticas, até porque tudo o que elas querem é estar com os pais, seja a brincar, a ajudar, em casa ou na rua”, explicou. E é aqui que entra o hygge, que tem origem na palavra hygga que significa confortar. Para a especialista em parentalidade, hygge é um espaço psicológico criado para nós e para a nossa família, é um tempo de convívio sem dramas, nem stresses. “É o estar presente para o nós, por isso, digo que hygge é well-fulness”, realçou.

4. Desenvolver a auto-estima

“Na Dinamarca, usa-se um diagrama de uma árvore para explicar a diferença entre auto-confiança e auto-estima. A primeira são as folhas da árvore, enquanto a auto-estima são as raízes”, referiu Jessica Joelle Alexander. E por que é que isto é importante? “As folhas é tudo aquilo que se consegue fazer, as notas na escola, o desporto praticado, etc.; as raízes são os valores, as relações significativas e como se sentem consigo próprios”. Portanto, “é preciso nutrir a auto-estima, para que, quando as folhas caírem e a auto-confiança diminuir, a estrutura não abanar. Nós não somos o que fazemos”, alertou.

5. Brincar, brincar, brincar

Na Dinamarca, brincar é a actividade mais importante que uma criança pode realizar. “É a brincar que as crianças aprendem tudo. A brincadeira estimula a criatividade, a empatia, a resiliência, a capacidade de negociação, além de ser muito importante para o desenvolvimento físico”, disse a especialista em parentalidade. “Vamos deixar de pressionar os nossos filhos e programar todas as actividades e deixá-los brincar livremente. Isto reduz o stresse em geral de todos os elementos da família”, assegurou Jessica Joelle Alexander.