Antes da construção da Barragem do Alqueva, o rio Guadiana registou diversas cheias significativas. Aqui estão algumas das mais notáveis: 1. Cheia de 1876 – A "Mãe de Todas as Cheias"
domingo, 14 de setembro de 2025
O rio Guadiana no tempo das "vacas gordas"!
Priceless
Helen Mirren once shared, "One of the best perks of getting older is learning the beautiful art of being alone. What used to feel like an awkward silence has turned into a luxury. My home feels peaceful, and I can dance in the kitchen without worrying about being judged or just relax and do nothing. I enjoy my own company with a coffee, a good movie, and the freedom to just be. Solitude isn’t about being alone; it’s all about feeling fulfilled and at peace."
Ballooning
Na Austrália, durante a primavera, acontece um fenómeno impressionante conhecido como a temporada das aranhas. _______________
sábado, 13 de setembro de 2025
Aspetos psicológicos!
"Em psicologia só podemos descrever as coisas com a ajuda de analogias. Nada existe de peculiar nisto; é também o caso alhures. Mas temos que estar constantemente a modificar essas analogias, pois nenhuma delas nos dura bastante. Em conseqüência, ao tentar tornar clara a relação entre o ego e o id, devo pedir-lhe que imagine o ego como uma espécie de fachada do id, como uma frontaria, como uma camada externa e cortical deste. Podemos apegar-nos a essa última analogia. Sabemos que as camadas corticais devem suas características peculiares à influência modificadora do meio externo com que confinam. Assim, supomos que o ego é a camada do aparelho mental (do id) que foi modificada pela influência do mundo externo (da realidade). Isto mostrará como na psicanálise adotamos maneiras especiais de contemplar as coisas seriamente. Para nós o ego é realmente algo superficial e o id algo mais profundo – contemplados de fora, naturalmente. O ego está entre a realidade e o id, que é aquilo verdadeiramente mental." (Freud em "A Questão da Análise Leiga", 1926)
Não sabe o que perdeu!
Em 2008, uma mulher escocesa declarou que o segredo para viver muitos anos era jamais ter tido relações íntimas. Reconhecida como a pessoa virgem mais idosa do mundo, ela contou que sempre cultivou boas amizades, mas nunca se apaixonou. Para ela, a intimidade só deveria ocorrer depois do casamento e, focada na sua carreira, nunca dedicou tempo a esse tema.
O farol La Jument
E se o fotógrafo não tivesse se aproximado? A imagem, que se tornou sinónimo de mistério e força, talvez não tivesse o mesmo impacto. Sem o helicóptero e o olhar atento de Guichard, o encontro entre o homem e a natureza teria permanecido um segredo perdido nas ondas do Atlântico. A fotografia imortalizou um momento fugaz, transformando-o em uma narrativa universal sobre coragem, fragilidade e a grandiosidade do mar.
Curiosidade da Engenharia
Curiosidade da Engenharia
O mishaab
Cálculos vesicais são formações sólidas compostas por sais minerais, em especial de cálcio, que se acumulam na bexiga urinária ao longo do tempo. Dependendo do tamanho, podem provocar dores intensas e grande desconforto.
Curiosidades matemáticas
Curiosidades
O cedo se fez tarde, e o tarde se fez nunca - Oliver Harden
O cedo se fez tarde, e o tarde se fez nunca. Essa sentença é quase um epitáfio da experiência humana diante do tempo. O que julgamos antecipar, o que acreditamos segurar nas mãos como promessa de eternidade, dissolve-se como areia entre os dedos. O cedo, que parecia oportunidade, se retrai em atraso, e o atraso, quando carregado por demais, transmuta-se em nunca, esse silêncio definitivo do que não aconteceu.
O Converse All Star
O ténis que conquistou o mundo nasceu em 1908, quando Marquis Mills Converse fundou sua fábrica em Massachusetts EUA.
Pais à Maneira Dinamarquesa - Rita Caetano in o Público de hoje!
Educar à maneira dinamarquesa 5 conselhos para uma parentalidade feliz
- Público - Fugas
- Rita Caetano
A viajar aprende-se e Jessica Joelle Alexander, especialista em parentalidade, é um exemplo disso. Até ter ido à Dinamarca, a norte-americana não tinha a certeza de que queria ser mãe. Mas no país do seu marido, “as crianças pareciam todas tão serenas, bem comportadas, contentes e respeitadoras” que a maternidade passou a fazer parte dos seus planos. “No meu país, era tudo muito diferente”, partilhou com o PÚBLICO, no início de Setembro, aquando da sua vinda a Lisboa para participar no encontro sobre o futuro dos livros Book 2.0 – Futuro da Leitura e lançar o livro Educar À Maneira Dinamarquesa (Arena).
Muitos anos passados dessa sua primeira visita à Dinamarca, quando foi mãe pela primeira vez, deu por si a preferir os conselhos da família e amigos dinamarqueses ao que tinha lido em livros de parentalidade. Juntou isso ao facto de a Dinamarca estar sempre posicionada entre os países mais felizes do mundo e começou a investigar. Pesquisa essa que deu origem ao livro Pais à Maneira Dinamarquesa, publicado em mais de 30 países, entre os quais Portugal. Escrito em conjunto com a psicoterapeuta Iben Dissing Sandahl, deu a conhecer ao mundo a teoria PARENT (Play – brincar em português –, Autenticidade, Reenquadramento, Empatia, Nada de ultimatos, Tempos juntos), que de ne os princípios de ser pai e mãe na Dinamarca.
Será possível adoptar este estilo de parentalidade noutro país? “Sem dúvida, eu própria o fiz, pois criei os meus filhos em Itália”, respondeu a especialista. “Se conseguirmos exportar o que se faz na Dinamarca, as crianças crescerão em qualquer lugar um pouco mais felizes”, prosseguiu, sugerindo que a educação dinamarquesa “deveria ser elevada a Património da Humanidade da UNESCO”.
Se só pudesse dar cinco conselhos a pais de qualquer país, a especialista em parentalidade escolheria valorizar as crianças, acompanhar a sua pegada digital, incluí- las nas tarefas domésticas, fomentar a auto-estima e deixá-las brincar à vontade.
1. Valorizar as crianças
Na Dinamarca, “há um foco muito grande na independência das crianças, na sua dignidade – há uma grande crença na ideia de que são muito competentes desde bebés –, na responsabilidade e na liberdade de brincar”, explicou a especialista em parentalidade. Os dinamarqueses ouvem as crianças, tentam compreendê-las sem ultimatos ou castigos imediatos. “No início, era-me difícil acreditar que, quando se confia nas crianças e se lhes dá mais responsabilidade, elas tornam-se mais confiáveis, mas é mesmo assim”, garantiu. A recomendação que dá aos pais é que “ensinem o respeito, sejam respeitadores e serão respeitados”.
2. Acompanhar a pegada digital dos filhos
“Algo em que os dinamarqueses são realmente bons é em perceber que o mundo digital não vai desaparecer, portanto não vale a pena vê-lo como inimigo a ser banido”, afirmou Jessica Joelle Alexander. A especialista em parentalidade não tem dúvidas: “Se queremos que os mais pequenos nos oiçam, temos de os ouvir também.”
Aconselha os pais a sentarem-se ao lado dos filhos, questionarem-nos sobre o que estão a fazer, com quem falam, o que jogam e porque gostam de determinado jogo e até pedir para os ensinarem a jogar. “Tal como dizemos que as crianças devem ter cuidado ao atravessar a rua, é importante alertar para as amizades que podem surgir online, o que fazer quando são enganados ou alvo de comentários maldosos. Não podemos fingir que nada acontece enquanto eles estão agarrados aos ecrãs”, sublinhou. Jessica Joelle Alexander recomendou ainda que os pais questionem sobre quem seriam as três principais pessoas a quem os lhos recorreriam se algo de mau lhes acontecesse.
3. Envolver as crianças nas tarefas domésticas
Um dos ensinamentos que Jessica Joelle Alexander aprendeu na Dinamarca é que, para as crianças, trabalho e diversão não são coisas assim tão diferentes. “Muitas vezes as crianças querem ajudar e os adultos dizem que não, mas na Dinamarca não é assim. As crianças são incluídas nas tarefas domésticas, até porque tudo o que elas querem é estar com os pais, seja a brincar, a ajudar, em casa ou na rua”, explicou. E é aqui que entra o hygge, que tem origem na palavra hygga que significa confortar. Para a especialista em parentalidade, hygge é um espaço psicológico criado para nós e para a nossa família, é um tempo de convívio sem dramas, nem stresses. “É o estar presente para o nós, por isso, digo que hygge é well-fulness”, realçou.
4. Desenvolver a auto-estima
“Na Dinamarca, usa-se um diagrama de uma árvore para explicar a diferença entre auto-confiança e auto-estima. A primeira são as folhas da árvore, enquanto a auto-estima são as raízes”, referiu Jessica Joelle Alexander. E por que é que isto é importante? “As folhas é tudo aquilo que se consegue fazer, as notas na escola, o desporto praticado, etc.; as raízes são os valores, as relações significativas e como se sentem consigo próprios”. Portanto, “é preciso nutrir a auto-estima, para que, quando as folhas caírem e a auto-confiança diminuir, a estrutura não abanar. Nós não somos o que fazemos”, alertou.
5. Brincar, brincar, brincar
Na Dinamarca, brincar é a actividade mais importante que uma criança pode realizar. “É a brincar que as crianças aprendem tudo. A brincadeira estimula a criatividade, a empatia, a resiliência, a capacidade de negociação, além de ser muito importante para o desenvolvimento físico”, disse a especialista em parentalidade. “Vamos deixar de pressionar os nossos filhos e programar todas as actividades e deixá-los brincar livremente. Isto reduz o stresse em geral de todos os elementos da família”, assegurou Jessica Joelle Alexander.