sábado, 1 de agosto de 2026

Isto é problema nosso, também!

 Há quem olhe para Ceuta e pense: “Isso é um problema de Espanha.”

Não é.
Pedro Sánchez passou anos a defender políticas de regularização em massa e uma abordagem cada vez mais permissiva à imigração irregular.
Hoje, Espanha enfrenta uma pressão sem precedentes na sua fronteira externa.
E Portugal continua em silêncio.
É curioso.
Os portugueses adoram Schengen. Gostam de atravessar a fronteira para ir a Badajoz ou a Vigo, encher o depósito, fazer compras e regressar sem mostrar um único documento.
Mas esquecem-se de uma coisa.
Essa liberdade só existe porque alguém protege as fronteiras externas da Europa.
A liberdade depende da segurança.
Entretanto, por toda a Europa, cresce a preocupação com a insegurança, com a criminalidade violenta e com a incapacidade de muitos governos para controlar quem entra no seu território. Os cidadãos sentem essa realidade no dia a dia, mesmo quando parte do debate político insiste em ignorá-la.
Se as fronteiras externas deixarem de ser credíveis, Schengen deixa de ser sustentável.
Talvez seja nessa altura que muitos portugueses descubram que a liberdade de atravessar a fronteira para ir às compras ou encher o depósito nunca foi gratuita.
Dependia de uma segurança que demasiados líderes trataram como garantida.

Ana Marta



Como a Terra poderá ficar em 2100?

 Como a Terra ficará em 2100?

Imagine acordar no ano de 2100 e perceber que muitos lugares conhecidos mudaram profundamente.
🌎
Algumas regiões poderão enfrentar ondas de calor mais intensas, enquanto cidades costeiras precisarão conviver com o avanço gradual do mar.
🏙️
Ao mesmo tempo, tecnologias inteligentes deverão monitorizar florestas, oceanos e a atmosfera em tempo real, ajudando governos e cientistas a responder rapidamente aos desafios ambientais.
🤖
A produção de energia poderá depender quase totalmente de fontes renováveis, reduzindo a emissão de gases responsáveis pelo aquecimento global.
⚡
Muitas espécies animais migrarão para áreas mais favoráveis, enquanto novas soluções de engenharia permitirão adaptar cidades, proteger comunidades e recuperar ecossistemas.
🌱
O futuro da Terra dependerá tanto das mudanças naturais quanto das decisões tomadas pelas pessoas durante este século. Cada escolha feita hoje poderá influenciar diretamente como será o planeta das próximas gerações.
5 curiosidades:
Cerca de metade da população mundial poderá viver em áreas urbanas altamente adaptadas ao clima.
Algumas cidades já desenvolvem bairros preparados para enchentes permanentes.
Satélites monitorizam diariamente mudanças na vegetação e nos oceanos.
Energias renováveis tendem a ocupar parcela cada vez maior da produção elétrica mundial.
A Inteligência artificial já auxilia previsões climáticas com enorme precisão.


Invenções que ainda perduram nos nossos dias!

 




Ser resiliente, compensa!

 Na década de 1970, o prefeito Kotoku Wamura tomou uma decisão para a pequena vila costeira de Fudai, no Japão, que gerou forte revolta. Ele insistiu na construção de uma barreira contra tsunamis com impressionantes 15,5 metros de altura e um portão de contenção no rio local. Moradores e políticos criticaram duramente o projeto, classificando o investimento milionário como um enorme desperdício de dinheiro público e uma obra visivelmente exagerada.

🌊
O líder municipal manteve sua posição firme porque guardava na memória a tragédia de 1933, quando um tsunami devastou a região e tirou a vida de dezenas de moradores. Mesmo após deixar a vida pública, Wamura continuou sendo lembrado por muitos como o político que cometeu um excesso desnecessário. A obra concluída nos anos 1980 permaneceu lá, testada apenas pelo ceticismo da população por mais de três décadas.
🛡️
A história mudou drasticamente em março de 2011, quando um dos mais devastadores terremotos seguidos de tsunami atingiu o Japão. Ondas gigantescas destruíram cidades inteiras e deixaram mais de 20 mil mortos no país. Em Fudai, no entanto, a estrutura gigante projetada por Wamura segurou com sucesso a força assustadora do oceano, mantendo as casas intactas e salvando a vida de cerca de três mil habitantes sem registrar uma única fatalidade na área protegida.



Derek Walcott published his first poem in a newspaper at 14

 “The thing I consider very lucky in my life was I knew exactly what I wanted to do. I knew I wanted to be a poet and I knew I wanted to paint.”

Derek Walcott published his first poem in a newspaper at 14 and released his first collection of poetry at 18. His father, who passed away when Walcott was just one, had been a writer and a painter and Walcott, encouraged by his supportive mother, never wanted to do anything else.
Born in Saint Lucia, a former British colony, the experience of growing up on the Caribbean island ran deeply through Walcott’s life and work. Walcott’s poems and plays often interrogate the tension between his heritage of Caribbean, African and European cultures and revolve around a search for identity.
Walcott received the 1992 Nobel Prize in Literature “for a poetic oeuvre of great luminosity, sustained by a historical vision, the outcome of a multicultural commitment." When awarding the prize the Swedish Academy said in his literary works Walcott “laid a course for his own cultural environment, but through them he speaks to each and every one of us.”



Os ventos formam-se devido ...

 Você Sabia? Os ventos formam-se devido ao aquecimento desigual da superfície terrestre pelo Sol, que cria diferenças de temperatura e de pressão atmosférica. O ar quente, por ser menos denso, sobe, formando áreas de baixa pressão, enquanto o ar frio, mais denso, desce, formando áreas de alta pressão.

Para equilibrar essas diferenças, o ar desloca-se das regiões de alta para as de baixa pressão, originando os ventos. Esse movimento é influenciado pela rotação da Terra, por meio do efeito Coriolis, que desvia os ventos para a direita no Hemisfério Norte e para a esquerda no Hemisfério Sul.
Numa escala global, esse processo organiza a circulação da atmosfera em grandes células de circulação e dá origem aos ventos predominantes, como os alísios, os ventos de oeste e os ventos polares, que desempenham um papel fundamental na distribuição do calor, da umidade e das chuvas pelo planeta.



O direito a ser diferente!

 


O problema não é ter opinião

 O problema não é ter opinião,

o problema pode estar na necessidade de a dar, na forma como se dá, nas palavras, no tom e na intenção implícita na mesma.
Sinto que por aqui está tudo mais tóxico, mas acredito que podemos fazer deste espaço encontros mais saudáveis para todos, onde todos podemos ganhar: outros ângulos, perspetivas, empatia e respeito.

Diana Gaspar



A imigração de Marrocos para a Espanha

 A imigração de Marrocos para a Espanha ocorre principalmente pela busca por melhores oportunidades de trabalho, renda e qualidade de vida na União Europeia.

Além dos marroquinos, milhares de migrantes de outros países africanos utilizam essa rota para tentar chegar à Europa. Embora os dois países sejam separados pelo Estreito de Gibraltar, existe uma fronteira terrestre nas cidades espanholas de Ceuta e Melilla, localizadas no norte da África e cercadas pelo território marroquino.
Essas áreas possuem cercas, sistemas de vigilância e forte controle policial, mas continuam sendo uma das principais portas de entrada para a Europa.
Nos últimos dias, a região voltou a registrar um aumento nas tentativas de travessia após a circulação de informações de que seria mais difícil deportar migrantes que conseguissem entrar em Ceuta. Estima-se que 49 a 60 mil imigrantes chegaram na Espanha entre os dias 30 e 31 de julho de 2026.



Ashes to Ashes - David Bowie

 Released 46 years ago on this day in 1980 ... the David Bowie game changing single 'Ashes to Ashes' from the #artrock experimental sounds of the groundbreaking (& huge inspiration to #postpunk) album 'Scary Monsters (And Super Creeps)' ... a song which verbally reprised the character of 'Major Tom' complete with then mesmerising & innovative video!